A Casa-Grande está perplexa, nunca antes na história ocorrera uma transferência de poder, de cidadania e empoderamento para a maioria das Senzalas espalhadas pelos rincões deste imenso território emancipado e emancipador.

A Casa-Grande ressente-se das grandes transformações operadas no decurso de uma década de inversão política assentada na progressiva distribuição de renda para os maltrapilhos e deserdados – estes, segundo a cultura dos ‘intocáveis’ membros da elite branca que estiveram conduzindo o Poder Central por mais de quinhentos anos jamais poderia e/ou poderão ascender socialmente, pois, o ‘seu verdadeiro lugar’ é na cozinha das Senzalas – que, de uma forma, ou de outra, nunca deveriam olhar para cima e se sentir gente, efetivamente; muito menos viajar de avião, fazer compras nos mais sofisticados centros de lazer e vendas como os shoppings centers, habitação digna, consumo de bens duráveis, enfim, salários condignos acima dos indicadores inflacionários – tais empreendimentos feitos exclusivamente para o deleite/delírio da elite branca.
A Casa-Grande em franco desespero tenta imputar ao governo Lula/Dilma/PT, toda sorte de tragédias, inclusive, a paternidade da corrupção histórico-cultural de triste sina em nossa fulgurante Nação-colônia. A elite branca vira-lata ainda não aprendeu com a história de que a democracia é um instrumento para ser usufruído por todos os filhos e não apenas ela como ente social.
O que a elite branca – nacional e internacional – não contava é que, mesmo havendo uma cordialidade (aliança classista) por parte do governo socialdemocrata – Lula/Dilma/PT – com o conservadorismo para fechar o ciclo de transição democrática, o modelo implementado teria como prioridade a redução significativa das desigualdades sociais – esse fosso histórico que humilhava não apenas o nosso próprio povo, mas, sobretudo, envergonhava o mundo inteiro; agora, somos uma nação com valor, menos injusta e menos ainda cruel com nossos irmãos(ãs) e a realidade nos coloca numa situação clara de igualdade entre as nações emergentes.
A Casa-Grande está paralisada e completamente inerte naquilo que é exposto como alternativa e/ou mudança ante a crise cíclica do capital internacional, não detêm projeto e menos ainda alternativa para sanar a crise gerada por ela mesma sob o mantra do capital selvagem.
Agora, eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por crime de lesa-pátria, traição e incapacidade administrativa. Esses crimes são imprescritíveis e deverão ressoar para a posteridade como nódoa inapagável e servir de modelo para que a futura geração continue a cometer e a praticar esses indeléveis crimes soberbamente.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por tudo que o Brasil conseguiu conquistar nessa última década. Os crimes são, de fato, horrendos, diria, hediondos e não merece complacência, pois, nesse curto período histórico o país passou por uma silenciosa revolução social, cultural e econômica cuja ressonância despertou o ódio de classe da cordial, cínica e torpe elite branca que não consegue se desprender de seu atrasado discurso conservador-opressivo.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por produzir um país mais justo promovendo a cidadanização dos negros – as cotas -, a ampliação do intercambio com outros países – Ciências Sem Fronteiras.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por criar o mais prospero programa social – o PAC 1, 2 e 3 – fornecendo milhões de habitações àqueles que não tinham onde morar reestruturando o conceito de infraestrutura proporcionando investimento na indústria pesada, modernizando portos, aeroportos e etc.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por integrar o Brasil entre as nações com capacidade de investimento soberano/solidariedade – a criação do BRICS.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT por preparar as instituições democráticas e respeitá-las, dando-lhes total autonomia para atuar.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por ter pagado o FMI.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por fornecer energia para todos os brasileiros dos mais distantes rincões desta paragem chamada Brasil.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT por ter melhorado o padrão de vida dos trabalhadores equiparando o salário acima do monstro da inflação.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por retirar da linha de pobreza e da pobreza absoluta (40) quarenta milhões de indigentes, fornecendo-lhes dignidade.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por garantir a aprovação da Lei do Fundeb e do Piso Salarial Nacional Profissional.
Eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por criar o Programa Mais Médico.
Finalmente, eu acuso: acuso Dilma/Lula/PT, por ter garantido os 10% do PIB para a educação.
Eis ai alguns crimes perpetrados pelo governo Lula/Dilma/PT contra a injustiça social histórica, a imoralidade, a opulência de uma classe conservadora parasitária e insensível. São esses os crimes que tornaram possível a nação brasileira ter visibilidade internacional e angariar respeito como nação entre as tradicionais nações colonizadoras modernas.
Por Jacinto Junior


janio de freitas
Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa as questões políticas e econômicas. Escreve aos domingos e quintas-feiras.
A lição da escola
10/04/2016 02h00
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Uma única certeza: seja qual for o desfecho da crise, será muito ruim. Isto supondo-se que haja desfecho, propriamente dito, e não a também possível continuidade da degradação caótica como um estado permanente. A “Constituição Cidadã”, as leis, a reverência ao Direito, a ética jornalística, a administração pública, as práticas políticas, a respeitabilidade mínima do Congresso, a divergência com convivência –o que aí não está muito abalado é porque já desmorona.
A meio da semana, um aspecto dessa situação motivou observações que há poucos anos o Brasil não precisaria ouvir, sobre o respeito a procedimentos judiciais. Vieram de ninguém menos do que o próprio presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Roberto Caldas, em solenidade no Supremo. Referia-se, não citando por delicadeza diplomática, aos “vazamentos” de delações e investigações:
“Em vários países, quando se divulgam elementos da investigação, tais elementos se tornam nulos. Vejam o quanto isso é grave: tornam-se nulos.”
No Brasil, essas práticas já estão no território da imoralidade. A começar da denominação ingênua de “vazamento”. São acusações pesadas, em deliberada confusão de dinheiro sujo e doações legais. “O ex-ministro Delfim Netto participou da criação do segundo consórcio; Delfim teria ganhado propina de R$ 15 milhões” –disse um grande jornal, entre outros que apenas mudaram a forma. Se, porém, Delfim trabalhou para o consórcio de Belo Monte, teve o seu preço e o que recebeu não foi “propina” –que, no caso, é dinheiro comprometedor e em geral criminoso.
Nos anais da imprensa brasileira estará para sempre o “caso da Escola Base”. Era 1994 quando as mães de duas crianças denunciaram à polícia paulista que os donos da escola faziam orgias sexuais com os pequenos alunos. O delegado Antonino Primante revirou as casas dos acusados e a escola. Nada encontrou, nem em depoimentos. Crianças passaram por exame pericial, que nada constatou. Indignada, uma das mães repetiu a denúncia para a TV. Um escândalo fenomenal tomou a imprensa. A escola e as casas dos seus donos foram atacadas, eles estiveram presos. E mais dois delegados só puderam concluir que não havia sequer um leve indício de veracidade da acusação.
Os donos da escola tiveram as vidas arruinadas. Só a Folha se retratou. Nas Redações, houve uma onda de “lição da Escola Base”: não mais encampar acusações morais sem a segurança necessária, comprovar a seriedade do informante e a qualidade da informação, e por aí. Inúmeros artigos, debates, seminários ocorreram durante anos. Os “vazamentos” da Lava Jato, da Zelotes (sobre o Conselho da Receita Federal) e outros, seguem o mesmo padrão do caso Escola Base: um policial/procurador diz, é o suficiente.
Agora, um agravante sobre o caso anterior: o direcionamento.
A seletividade dos “vazamentos” originários da Lava Jato incorpora-se à crescente imoralidade política: a Lava Jato é uma função do Estado, e não pode estar a serviço de correntes políticas e ideológicas.
Por que o escarcéu só com alguns dos apontados pelo ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, como recebedores de dinheiro do consócio construtor da usina Belo Monte? Por que embaralhar doações legais e ilegais, pagamentos e caixa dois? Não é decente.
Em nada prejudicariam a Lava Jato e a imprensa as práticas, de parte a parte, respeitosas das leis pela primeira e da ética pela segunda. O procurador-geral Rodrigo Janot emitiu, há duas semanas, recomendações de sobriedade e obediência às normas. Falou ao vento, e, como em toda parte, a desordem ficou por isso mesmo. E foi o próprio Janot a dar uma colaboração: inverteu parecer de março para acusar Dilma Rousseff de “intenção (…) de tumultuar o andamento das investigações criminais da Lava Jato”. O Supremo, então, é incapaz para investigar Lula? Mas Janot invocou-se também com “as circunstâncias anormais da antecipação da posse” de Lula. É claro que se tratava de proteger Lula de novas exorbitâncias. Mas, ao que se saiba, presidente ainda decide data e hora das posses ministeriais e fazê-lo não constitui delito. Ao que se saiba, não. Sabia-se.
A turva visão deste senhor sobre os atuais acontecimentos neste país me fazem crer que ainda existem mentes monopolizados por um ideal de socialismo disfarçado de benesses.
Cara, é obrigação constitucional dos governos TODOS, de garantir o bem estar do cidadão que paga impostos.
A velha retorica petista de luta de classes é novamente evocada por este senhor para explicar o motivo da CRISE.
Que pena!
Jogar uns contra os outros é a estrategia agora?
Culpe o sistema politico vigente e passado pelas mazelas que hoje imperam e pare de falar em elite branca. Sou negro e sou elite e sou contra este governo… e agora?!
Tenha uma visão menos monocromática deste mundo e veja que tudo que acontece hoje foi por culpa dos contratos tenebrosos celebrados na calada da noite pelo seu barbudo patrão e o Dilmão!
QUE PENA HOMEM!!
Sr. Jacinto, eu até lhe admirava,mais depois dessa… paciência! ninguém vai tirar o mérito do governo do PT quando se falar no programa Luz para todos, minha casa minha vida. Mais quando se coloca na balança os desmando do governo do PT não dar para defender, tudo nesse país que tem corrupção tem gente do PT no meio, é so acompanhar os noticiários. mensalão, petrolão, fundo de pensões, reforma agrário, se for relacionar, não vai haver espaço.
Um abraço.
Curiosidade:
A que o autor se refere quando usa a expressão “elite branca”?
Nunca antes na história deste país houve tantas oportunidades claras de dizer ‘nunca antes na história deste país’. É raro, hoje em dia, que se passem 24 horas seguidas sem que aconteça alguma coisa jamais acontecida antes ─ algo sem precedentes, sem registro anterior, inédito, nunca visto, observado pela primeira vez, e assim por diante. Há também a questão do tempo. Todas essas coisas não acontecem desde a proclamação da República, ou o grito do Ipiranga, ou a assinatura do Tratado de Tordesilhas, ou alguma outra data imensa que se desbota lentamente na escuridão do passado. Para os jornalistas, que têm a vaga obrigação de não repetir demais as palavras que escrevem, é uma chateação. Mas o que se pode fazer? O ‘nunca antes’ é um bicho que não dá trégua a ninguém no Brasil de hoje. Ei-lo outra vez: alguém já viu o maior partido brasileiro, o PMDB, sair por vontade própria de algum governo? Pois foi justamente o que fez na última semana desse funesto mês de março, ao decidir em três minutos, e por unanimidade, abandonar o governo de Dilma Rousseff, do ex-presidente Lula, do PT e dos parasitas pendurados em todos eles ─ mais um passo rumo ao atestado de óbito de governantes reduzidos, por seus próprios desatinos, a um aglomerado que vive em delírio, não governa mais nada e declarou guerra à democracia brasileira.
Só um governo patologicamente ruim conseguiria levar um partido como o PMDB a largar o osso, que roeu em mansa sociedade com Lula, Dilma e o PT desde que foram para o Palácio do Planalto, treze anos e três meses atrás. É mais uma taça na categoria ‘Obras inéditas’, em que tanto vem brilhando. Nunca se roubou tanto dinheiro público no Brasil como nos governos de Lula e de Dilma. Alguém pode citar algum outro? Nunca o país foi administrado com uma incompetência tão desesperada. Para ficar só nos números mais horrorosos e mais recentes, o governo pretende ter um rombo superior a 95 bilhões de reais em suas contas de 2016. Ainda outro dia, no comecinho do ano, tinha uma meta de 60 bilhões de déficit ─ não dobrou a meta, como Dilma gosta, mas tem tempo de sobra para chegar lá até dezembro, caso continue por aí. E a Petrobras? A empresa sagrada da esquerda nacional fechou 2015 com um prejuízo de 35 bilhões de reais, que se somam aos 20 bilhões perdidos em 2014; há também os 40 bilhões torrados em corrupção pura, pelos cálculos da Operação Lava Jato. Que outro governo brasileiro destruiu tanto o patrimônio da Petrobras?
Nunca houve uma campanha tão frenética a favor da corrupção como a que se faz agora sob o comando de Lula, e que está à vista de todos com o bombardeio contra as investigações em andamento no Poder Judiciário ─ especialmente contra o juiz Sergio Moro, acusado de nazista, bandido, conspirador decidido a eliminar o estado de direito no Brasil e daí para baixo. Nunca um governo recorreu tanto à cesta das soluções cretinas como o atual; seu último feito, aí, é a tentativa de obter ‘apoio internacional’ contra o impeachment de Dilma e futuros processos penais em que Lula possa ser réu. Nesse caso já não se trata de estupidez ─ é desvario. Cinco minutos depois de tomar posse, um novo governo que venha a substituir Dilma já será reconhecido por todas as nações, salvo, talvez, por uma Venezuela qualquer. É bom não contarem com Cuba: hoje o herói de lá é Barack Obama, não Lula, e o grande projeto cubano é dar-se bem com os Estados Unidos.
Nunca antes, enfim, um grupo político ameaçado de ruína bolou uma estratégia de defesa tão alucinada quanto essa tentativa de barrar o impeachment gritando ‘não vai ter golpe’. Claro que não vai ter. A lei diz que não é golpe; aliás, exige que 342 deputados e 54 senadores votem pelo impeachment. O STF diz que não é golpe ─ escreveu, inclusive, o regulamento a ser seguido no Congresso para a deposição legal de Dilma. Câmara e Senado dizem que não é golpe. A Ordem dos Advogados diz que não é golpe. A deputada Luciana Genro, comandante de um partido descrito como de ‘extrema esquerda’ e que prega o fim do ‘modelo capitalista’ no Brasil, diz que não é golpe. ‘Não estamos numa situação de golpe’, garante Luciana; não vem aí, explica ela, nenhum governo que ‘vá censurar, que vá prender, que vá torturar’. Diz que as ‘castas políticas’ estão tentando uma ‘operação abafa’ na Lava Jato e que Moro ‘não é um fascista’. Para completar, diz que ‘Lula é indefensável’ e ‘está comprometido com os interesses dos megaempresários que saquearam os cofres públicos’. Depois disso, a quem apelar?
EU COMO EDUCADOR FICO TRISTE COM ESSE PROFESSOR DEFENDENDO O INDEFESÁRIO
Interromper o mandato da Dilma serve para que?
Essa é uma pergunta que deve ser respondida com sobriedade. Tirar Dilma e jogar o país nas mãos do PMBD-PSDB-DEM que não foram eleitos é uma vergonha, golpe e um retrocesso, além de criar uma instabilidade política para próximas décadas. Qualquer insatisfeito com os resultados das próximas eleições vão invocar o impeachment…
O capital financeiro e os monopólios midiáticos não convivem bem a democracia, um sistema em que pobre decide, vejam a raiva deles com certas regiões do país..
Parabéns Jacinto…
VÃO TERMINAR PRENDENDO SERGIO MORO.
JACINTO AMIGO!!!
CAIA NA REAL. DIMA PEDALOU DEMAIS
MENTIU DEMAIS
ENGANOU OS BRASILEIROS
E AINDA QUIZ MANIPULAR A INVESTIGAÇÃO DO LULA PRA NÃO SER PRESO.
POR ISSO EU ACUSO DILMA.
XICO PAIVA!
SÓ EXISTE O PT PRA SABER GOVERNAR?
TEM TANTOS AÍ
VAMOS DEIXAR DE BESTEIRA E VAMOS DAR CREDITOS AOS OUTROS PARTIDOS E NÃO SÓ O PT. OU PMDB
TOMOU GARDENAL TIO?
Esse Jacinto Júnior é uma vergonha para os codoenses, parece que ele vive num mundo paralelo petista, sonhando com as coisas boas e vivendo uma realidade fantasiosa. Pelo amor de Deus, acorda! jacinto!.
O bom da democracia é isso, que as pessoas expressem suas opiniões livremente, mesmo que sejam palavras idiotadas como as do professor Jacinto Júnior.
Esse desgoverno tem que ser banido da política brasileira.
Avante meu amigos!
Parabéns Jacinto, eu também penso como você. É uma pena que esse povo não percebe que eles não estão interessado em justiça, o jogo é outro. Essa elite nunca aceitou chegar na casa do pobre e ver que ele tem a mesma tv LCD q tem na casa dele, que na sua porta tem o mesmo carro que tem na sua garagem, eles não aceitam que o pobre agora tem faculdade e deixou de ser massa de manobra..
Emfim parabéns pelo seu posicionamento
ESTA É A CARACTERISTICA PRINCIPAL DO PETISTA DOENTE E CEGO. FALTOU ELE DIZER QUE ACUSA A DILMA DE TER AUTORIZADO A COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA NA ÉPOCA EM QUE ERA A PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA PETROBRAS. ACUSA A DILMA DE TER GANHO AS ELEIÇÕES DE 2010 E 2014 COM O DINHEIRO ROUBADO DA PETROBRAS. ACUSA A DILMA DE TER APLICADO NO MARANHÃO O MAIOR TRAMBIQUE POLITICO COM A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA REFINARIA DA PETROBRAS EM BACABEIRA ONDE FORAM CONSUMIDOS MAIS DE DOIS BILHÕES DE REAIS SÓ PARA LIMPAR O TERRENO. ESTA FARSA AJUDOU NA ELEIÇÃO DA CUMPANHEIRA ROSENGANA QUE DEIXOU O MARANHÃO FALIDO. ACUSA A DILMA DE TER PARTICIPADO DE TODAS AS ROUBALHEIRAS DO CHAMADO PETROLÃO E DE TANTAS OUTRAS ROUBALHEIRAS QUE A OPERAÇAO LAVAJATO JÁ DESCOBRIU. ACUSA A DILMA DE DAR GUARIDA A UM CONDENADO DA JUSTIÇA, O EX-PRESIDENTE LULA, QUERENDO DAR UM CARGO PARA LIVRA-LO DA CADEIA. ACUSA A DILMA PELA ESCULHAMBAÇÃO QUE O BRASIL SE TORNOU SOB O SEU COMANDO, COM DESEMPREGO EM MASSA, QUEBRA DE MILHARES DE EMPRESAS ENQUANTO ELA FINANCIA AOS GUERRILHEIROS DO MST, CUT E OUTROS BANDIDOS PARA AMEAÇAREM OS HOMENS DE BEM DO BRASIL. ACUSA A DILMA DE SER INCOMPETENTE E ANALFABETA.
QUEM É QUE RECEBE SEM TRABALHAR NA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DE CODÓ?
Jacinto,tu tem que se atualizar. Um monte de palavras difíceis, não te fazem intelectual. Só li besteiras, se pudesse “desver”, desveria …