Fale com Acélio

Uma vendedora de comida armou no sábado, 13 de maio, sua barraca, segunda ela com a ordem de um secretário municipal (cujo nome não revelou). Na manhã deste domingo, 14, a barraca amanheceu no chão e foi derrubada com o uso de uma motosserra.

O jornalista Amaral Júnior esteve no local.

O delegado Rômulo Vasconcelos, em contato com o jornalista Acélio Trindade, disse que assumirá a investigação do dano ao patrimônio da vítima.

4 Respostas

  1. As pessoas perderam o real significado de dialogar.

    Como a senhora falou: por qual motivo não conversaram com a dona da barraca, e justificaram o motivo pelo qual não queriam a permanência da barraca no local?

    Será se algum morador acionou a Secretaria de Obras para relatar o fato?

    Agora, pela falta de diálogo e civilidade, dois problemas surgiram: o prejuízo para a barraqueira e uma ficha criminal, por destruição do patrimônio privado, ao “serrador injuriado”.

    A situação em questão reflete a decadência moral que Codó vive.

    Triste realidade!

  2. Isso é covardia destruir a barraca da trabalhadora, não que ela aí porque nessa praça tão bem cuidada que tá é muita maldade e o prejuízo dela quem vai pagar.

  3. Na minha opinião a praça é um local de domínio público e assim sendo a dinheiro que a construiu, do zelo, iluminação e segurança e de todos os cidadãos. Portanto, nem eu, nem qualquer outro cidadão pode tomar posse de um pedaço para benefício próprio. Praça é um lugar de convivência de todos. Não é lugar de instalar uma propriedade privada. Considero o município codoense uma terra sem lei, porque caso tivesse sendo cumpridas, não existiria esse monte de barraca de lata ocupando os espaços públicos. Aqui no Codó só existe isso porque os políticos imorais doaram os espaços indevidamente. Deviam tomar vergonha na cara e construir um espaço para venda de alimentos em locais adequados – como o prefeito de Caxias construiu agora – um shopping do empreendedor.

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