VÍDEO – Com a ajuda de cães polícia apreende cerca de 150 kg de maconha em Coroatá

Rogério “Prateado” e ‘Raimundo Nonato, ‘o Nato’, da Vila Cilene, Coroatá

Rogério Rodrigues de Araújo, o Prateado, e Raimundo Nonato Lopes de Sousa, o Nato, presos na manhã de hoje, 17,  vinham sendo monitorados pela polícia há cerca de 3 meses.

Com os dados levantados na investigação foi possível conseguir um mandado de busca e apreensão para os endereços suspeitos de guardar grande quantidade de drogas em Coroatá.

Cães farejadores da SENARC

Para executar a operação foi solicitado a ajuda da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico que trouxe dois cães farejadores considerados essenciais no trabalho feito em quatro casas da Vila Cilene,  em Coroatá, ligadas à Rogério de Araújo, o Prateado.

Foram os cães que descobriram uma pequena quantidade de maconha escondida no miolo de um  pé de banana, depois ampliaram a busca com a ajuda dos policiais e acabaram descobrindo numa das casas cerca de 150 quilos de maconha, além de crack e material para pesagem e embalagem da droga.

 “O grosso da substância da droga, aproximadamente 150 kg que já estavam embalados foram encontrados em uma residência, no entanto nas outras residências haviam palhoças, nessas palhoças havia grande material de embalo da substância, das entorpecentes, então tudo leva a crer que a grande quantidade ficava na casa e nesses outros locais havia o embalo da substância e o preparo pra comercialização”, explicou o delegado Francisco Fontenele Júnior

Rogério Prateado e Raimundo Nonato foram autuados em flagrante de podem responder por mais de dois crimes, conforme informou o delegado de Coroatá Fontenele Júnior.

 “Nós já podemos indicar a ocorrência de dois crimes, tráfico de drogas e associação para o tráfico (…) então como os dois, evidentemente, praticavam o delito de forma associada, os dois acabarão por responder por estes dois crimes (…) no imóvel, na residência do alvo foram encontrados alguns veículos, temos que investigar qual a procedência desses veículos e se não houve ocultação dessas receitas uma forma de burla ao sistema fiscalizatório pra aquisição deles o que pode caracterizar o crime, por exemplo, de lavagem de dinheiro”, disse

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