Logo no primeiro dia de atendimento na praça Ferreira Bayma, centro de Codó, muitas mulheres compareceram, seguindo orientações de acesso à duas unidades móveis de saúde instaladas no local.Em uma delas, a advogada Adriana de Sousa Silva palestrou sobre a Lei Maria da Penha.
“Tentando conscientizar as mulheres a respeito das diversas formas de violência que são cometidas contra a mulher, que não é apenas a violência física, mas tem outras formas de violência e que a mulher precisa estar consciente e ciente da proteção legal que ela tem”, disse a advogada
Na outra, explicou o médico Wellington Oliveira foram disponibilizadas dois tipos de exames – mama e colo do útero.
“tem muitas mulheres que sentem o nódulo, mas, muita das vezes, é só benigno, mas nós temos um alto índice de prevalência de Câncer na mulher, câncer de mama, então nós estamos aqui pra tirar as dúvidas, fazer os exames, nós temos o preventivo de um dos câncer que mais matam mulheres também que é o câncer do colo do útero’, disse o médico
A DIFICULDADE
A demanda nos dois dias foi acima do esperado porque é difícil conseguir em Codó exame de mamografia, como destacou dona Maria dos Remédios Abreu.
“As vezes tem, mas é difícil, é preciso você levantar de madrugada, dormir lá, aquela coisa e, as vezes, nem consegue…SE NÃO FIZER TODO ESTE SACRIFÍCIO? Não consegue…AÍ TEM QUE PAGAR? Tem que pagar”, respondeu a dona de casa
Mesmo com alguma dificuldade por causa do número de mulheres interessadas dona Francisca da Silva foi uma das primeiras a passar pelo exame nesta ação, saiu satisfeita.
“Porque é bom a gente tá sempre fazendo de rotina…DEU TUDO CERTO? Deu tudo certo…TÁ FELIZ? TÔ feliz”, disse

