Secretária Deuzimar Serra instala o IDEB MUNICIPAL

Codó não enfrenta apenas o  problema de ter ainda quase 80 escolas de taipa na zona rural (a nova administração ainda não divulgou quantas nucleou para diminuir esta projeção).

Os últimos resultados do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica –  mostram algo ainda mais grave,  a falha no processo ensino-aprendizagem que atinge diretamente nossos alunos.

A escala de nota vai de zero a 10. Para Codó o Ministério da Educação projetou meta de 4.2, mas nem isso alcançamos.

De acordo com informações da própria Secretaria de Educação ainda sob o comando de Rosina Benvindo, o avanço experimentado no último IDEB, divulgado em 2016,  foi de apenas 0,4 décimos.

Foi com este acréscimo de aprendizagem que os alunos codoenses, avaliados, chegaram à 4 pontos Na avaliação nacional.

A IDEIA DO SAEM

Fazer crescer estes níveis de aprendizagem virou também desafio da nova secretária de Educação de Codó, Deuzimar Costa Serra,  que anunciou, em evento recente,  a criação de um SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL e explicou como vai funcionar o que já chama de SAEM.

 “O Sistema de Avaliação da Educação Municipal ele envolve o processo  de concepção, desde a concepção de avaliação da aprendizagem que envolve também a parte da prática  avaliativa interna que é aquela que o professor no seu cotidiano e mensalmente ele vai fechando  com avaliações parciais e depois fecha com avaliação integral e nós vamos implantar também a avaliação externa, do próprio município, por isso o SAEM. É uma forma também de avaliar, de acompanhar todo o trabalho que o professor faz em sala de aula”, explicou

A espécie de IDEB Municipal fará avaliações aplicando provas ao final de cada seis meses para alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e da mesma forma que o exame nacional intitulado de Prova Brasil também e aterá às disciplinas de Português e Matemática.

A secretaria que descobrir antes do nacional como todos estão, professores e alunos.

 “Essas avaliações elas serão semestrais, no final de cada semestre. No estilo simuladão focando em Língua Portuguesa e Matemática. É uma forma, Acélio, da gente controlar e avaliar como que estamos progredindo independente do IDEB Nacional, que é um outro tipo de avaliação que é, na verdade, aplicado por uma comissão externa (…) nós vamos ter, paralelo á isso, a nossa forma de avaliar para verificar se nós estamos atendendo as demandas e, acima de tudo, cumprindo com a nossa obrigação de ensinar bem e que nossos alunos possam, de fato, ter um aprendizado de qualidade”, afirmou

A ideia, que é uma cópia do que ocorre em Sobral, no Ceará, cidade visitada pela nova equipe educacional codoense no início do ano,  tem como ponto positivo, por enquanto, apenas a iniciativa de fazer algo contra os baixos índices do IDEB.

Mas, diante do que vínhamos tendo, já é algo sobre o qual podemos depositar boas expectativas.

Aguardemos.

25 Responses

  1. tão e ….o dinheiro dos professores na epoca do zito recebiamos dinheiro no final do mes agora nessa gestão nem previsão num tem bando de ….essa secretaria incompetente e esse prefeitinho onde ja se viu paga um més dentro do outro ainda quer que os professores vá trabalhar hj sem dinheiro …

  2. Avaliação mais que necessária. Seria bom que a metodologia aplicada contemplasse a avaliação de alunos, educadores e infraestrutura escolar.
    Os cadáveres guardado no armario pelo Governo anterior começa a aparecer. Recebeu 90 escolas de taipas, entegou 80. Em 8 anoa, só dez foram substituídas ou desabadas.

  3. Vamos esperar o resultado deste governo composto de secretários …………… para depois o povo fazer uma comparação com o governo do primeiro prefeito de Codó. D viajando s e o R c já estão trocando afagos.

  4. Engraçaďo! A mesma história do governo passado: querem achar culpados pelo fracasso do IDEB. SERÁ que numa escola existe apenas professor de portugues e matematica? SERÁ que as escolas oferecem condições para o professor desenvolver seu trabalho? SERÅ que as salas superlotas (sim porque continua 40 e poucos alunos por sala em algumas escolas) vai AJUDAR A MELHORAR o IDEB? Será que a semana pedagógica mudou alguma coisa na pråtica do professor ou pelo menos ajudou? Secretaria educação não se faz apenas com teorias não. Conheça nossa realidade da educação básica peça ajuda aos professores que encaram essa realidade todos os dias ai sim poderemos ter resultados satisfatórios e mesmo assim isso não acontecerá do.dia para noite.

  5. so historia pra boi dormir sabe quando a educação aqui vai prestar nunca enquanto tiver gente pra ………….no dinheiro publico a educação e a saúde nunca vai presta sempre começa o ano nessa mesma ladainha ai vão mandar lanche pras crianças uma vez ai passa o ano todim…………… no dinheiro da merenda … eu como professor vou e registrar tudo so pra mostrar que não vai lanche durante o ano todo… ai essa secretaria vem querer vir com historianha bonita pra enganar mostra primeiro serviço depois vai se gabar trabalhar ai sim vc vem dizer alguma coisa

  6. A culpa é “sempre do professor”, que se esbagaça, que doa 25 ou 30 anos de sua vida ao magistério, que passa madrugadas em claro estudando, que é pontual, que é dedicado, que vai para a sala de aula disposto a transformar alunos em cidadãos. Por tudo isso, a culpa é do professor

  7. A culpa é do professor que coloca falta no aluno faltoso, a culpa é do professor que cumpre todas as exigências burocráticas do governo antes do prazo, a culpa é do professor que forma pessoas, professor que não inventa “nota”, a culpa é do professor que chama a atenção do aluno indisciplinado, a culpa é do professor que denuncia agressão verbal ou física, a culpa é do professor que denuncia quando o aluno vai alcoolizado, por isso o professor deve confessar sua “mea culpa” por não receber o bônus e admitir aos demais da escola que falhou, que não foi capaz.

  8. Muito bom, realmente ela está certa, tudo hoje é culpa do professor, que faz de tudo para seu aluno sair capaz e mesmo assim, os pais, por repassarem responsabilidades, simplesmente culpam a “incapacidade” dos professores por não conseguirem educar os filhos que já deveriam ter educação em casa, que não é o caso, tudo agora é por conta da escola, se o aluno n aprende, é culpa do professor, se ele é agressivo, a culpa é da escola q n dá jeito, ninguém percebe que o convívio familiar influencia muito mais nisso q apenas às 4hrs na escola ou o dia, como ocorre em algumas… Pais, tenham a responsabilidades que lhes cabem, ou se não, não tenham filhos para criar como “Deus criou batata”!!!

  9. vc poderá até falar de professores que não são responsáveis,mas os que são não merece mas tudo que existe de ruim nas escola é culpa do professor ,e os estudantes mau comportados é culpa de quem?As mães que coloca filho na escola para se ver livreo por algumas horas é culpa de quem?Do Professor?Criança que deixa o professor louco sem fazer atividades é culpa do professor?tudo que acontece de ruim é culpa do professor e quando a criança aprende é porque a família é responsável,isso é maluco,criança que sai da escola e briga fora dela é culpa do professor,até quando o professor será culpado pelas coisas ruins que existe na escola?daqui a algum tempo a sociedade irá chorar dizendo que saudade da professorinha pelo fato que ninguém aguentara mais ser saco de pancada de ninguém.

  10. Os governos, por outro lado, quando olham para a educação, o fazem com o tempo da política – de olho nas próximas eleições. O resultado é que querem ações de efeito rápido em uma área que exige tempo, pois o passivo herdado do descaso histórico é enorme. Durante muito tempo, o nível educacional brasileiro baixo foi suficiente para os interesses dos empresários, agora eles se somam à pressa dos políticos.

  11. Não é diferente o que ocorre com a divulgação do Ideb. Um governo que inicia, via de regra, se é de oposição, quer jogar a culpa dos problemas para aquele governo que o antecedeu. Com isso, cria a imagem de que não tem nada a ver com os problemas e que, ao contrário do governo que saiu, ele, sim, tem a solução. E uma solução pronta e rápida.

  12. Eu também acho que o problema não esta no ensino mas na desvalorização do profissional da educação, não esta sendo mais possível se ter um ensino de qualidade quando um professor tem que ser pai e mãe antes de ser professor,pois pra dar inicio a explicação de um conteúdo temos de ensinar aos alunos a saber ficarem quietos e se respeitarem uns aos outros,não cabe a nos professores esse tipo de educação,e como disse a colega o aluno não mais se interessa pelo estudo pois sabe que o sistema vai fazê-lo passar, por isso eles conversam,discutem e até mesmo brigam por coisas da rua, e o coitado do professor tem que suportar e até mesmo apanhar deles, porque eles não tem o mínimo respeito pelo professor, tem aluno que até diz “eu nunca vou querer ser professor” porque se indignam com tanta falta de respeito. Será que nosso salário é tão bom pra que aguentemos tudo isso,acho que é porque necessitamos e não temos outra opção!!! Alguns até porque investiram muito pra agora desistir!!! O erro está nas leis que vocês criam!!! Tem de haver mais rigidez,mais deveres menos direitos aos alunos, as leis do Brasil tira os direito dos professores e dão aos alunos, isso é um absurdo!!!! Por isso eles perderam o respeito pelo professor!!!!

  13. Sou culpado por tudo de errado que faço, mas não posso ser culpado pela ausência da família, pelo menosprezo dos políticos e pelo descaso dos alunos.
    Como educador não digo que não sei mais o que fazer, mas escuto isso constantemente da boca dos pais dos alunos

  14. Sem dúvida a má qualidade do ensino está ligada à desvalorização do professor, visto que é o educador que auxilia o aluno na construção do seu conhecimento. No entanto, este fator não é o único, observa-se grandes problemas sociais que contribuem para uma educação inadequada aos nossos jovens:indisciplina dos alunos,falta de apoio dos pais, turmas grandes, poucos recursos didáticos,etc.No momento que os professores forem valorizados em todos os aspectos ( salário digno, recursos adequados, apoio pedagógico…) esse resultado será repassado aos alunos e a educação mostrará que é capaz de formar verdadeiros cidadãos cientes de seus direitos e cumpridores de seus deveres.

  15. Sabemos há muito que a educação brasileira é precária. Ainda mais a pública. E isso é consequência de uma série de fatores. O sistema educacional brasileiro é falho, e os projetos criados para tentar superar as falhas também são ineficazes.

  16. A formação e a preparação de professores não são eficientes, e muitos chegam à sala de aula sem o suporte necessário. Para completar o ciclo, aquela educação que vem de casa também não é executada como deveria. Os pais não entendem que a educação é, acima de tudo, um processo que deve ser iniciado dentro do lar, junto à família e continuado ao lado do sistema escolar. O resultado é que muitos alunos terminam o colegial com uma grande deficiência em múltiplas áreas do ensino.

  17. O governo culpa os professores pela má qualidade do ensino, mas não enxerga o verdadeiro problema e tenta resolvê-lo com receitas prontas e acabadas.

  18. Quarto, é um problema de política salarial e de valorização do professor. Os baixos salários, o descaso, o desrespeito, a imposição de políticas pedagógicas; tudo isso somado têm reflexos na educação. Os bons salários de alguns grupos de funcionários públicos, como os de juízes, promotores e políticos é provocado pelo subdesenvolvimento de outros grupos, como o de professores.

  19. Quinto, é um problema cultural, pois a sociedade não faz cobranças à escola. Nas escolas públicas não há colegiados, não há conselhos, não há grêmios escolares. As desvalorizações por parte da sociedade brasileira em relação ao saber e ao conhecimento têm reflexos em toda estrutura educacional. Uma sociedade que não valoriza o conhecimento é uma sociedade sem história, sem memória.

  20. A ma qualidade da educação, parte de um conjunto de fatores, onde os principais são a interação de aluno-professor, o resto e demagogia, eu sou exemplo de que professor que se dedica a educação de verdade, obtem resultados positivos, independentemente da estrutura física, o elo mais forte da educação somos nos professores, se a levamos com responsabilidade conseguimos ótimos resultados, agora tem prof. Que Só pensa no salario no fim do mês ai fica difícil. Claro que concordo que prof. Deveria ganhar tão bem quanto um médico, ate porque o médico mata um paciente por vez, ja o professor mal intencionado, mata uma turma todo de uma só vez… Acabando com o futuro de muitos de uma só vez.

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