OS PROFESSORES deliberaram em assembleia extraordinária pela continuidade da luta em favor do repasse de 60% dos R$ 26,5 milhões de reais oriundos FUNDEF.

SINTSERM

Em comunicado de poucas frases divulgado pelo WhatsApp o presidente do SINTSERM, professor Marco Antonio da Silva, disse que a presença na Câmara voltará já na próxima sessão dia 10 de abril.

Ressalta também que a categoria continua aberta ao diálogo com o governo do prefeito Francisco Nagib.

“Após produtiva Assembleia extraordinária do SINTSERM-CODÓ  deste 03/04, professores deliberam por continuidade da luta em defesa da valorização dos profissionais do magistério mediante o recurso dos precatórios do FUNDEF com retorno da categoria à câmara de vereadores nas próximas sessões, ao mesmo tempo em que continuamos abertos ao diálogo com a administração mediante a mediação iniciada pelo doutor Marinel! Avante companheiros(as), a luta continua.      A direção”.

6 Responses

  1. Não querem 100%?

    Deveriam buscar ensinar mais e buscar alavancar o IDEB, que é obrigação de todos os educadores.

    Não existe este direito a 60% de diferenças, pois não existe salários atrasados e nem diferença salarial.

    Se o Prefeito municipal pagar, também vai pagar caro sendo processado pela Promotoria de Justiça e por qualquer um do povo através de Ação Popular.

  2. Professores aceitem os 25% que a prefeitura tá propondo, porque se não, depois até esse, vocês terão que recorrer à justiça pra recebê-lo. Do jeito que a justiça brasileira é lenta, muitos receberão só na aposentadoria.

  3. Para elevar o IDEB não depende apenas de trabalho de professor,EDUCAÇÃO não é feita apenas pelo trabalho de pescadores,EDUCAÇÃO é um processo contínuo que está interligado a todas as esferas e não apenas a trabalho na sala de aula, depende do acompanhamento e comprometimento do aluno e da Família principalmente,depende de estrutura física e condições de trabalho,depende de estar bem bem fisicamente e emocionalmente, depende se esta criança está bem alimentada entre inúmeros de outros fatores,RESPONSABILIZAR APENAS O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO PELO FRACASSO É BEM MAIS CÔMODO DO QUE ASSUMIR E GARANTIR SUPORTE PARA QUE ESSAS CRIANÇAS TENHAM ÊXITO.
    A CORDA SÓ ARREBENTA MESMO É NO LADO MAIS FRACO.

  4. A péssima situação da carreira de professor no Brasil ficou evidente no ranking de valorização elaborado pela fundação educacional Varkey Gems, em 2013. Com base em quatro indicadores – interesse pela profissão, respeito em sala de aula, remuneração salarial e comparação com outras profissões –, a instituição avaliou a carreira em 21 países.

    O Brasil ficou em penúltimo lugar. Numa escala que vai de 0 a 100, a avaliação do país ficou bem abaixo da média de 37 pontos, atingindo apenas 2,4 pontos. O país ficou à frente apenas de Israel. A China recebeu 100 pontos, sendo o local onde mais se valoriza a profissão, seguida da Grécia, com 73,7, e da Turquia, com 68.

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