A Câmara já começou a buscar meios para aliviar a queimação junto aos professores de Codó depois do episódio com os R$ 4,2 milhões dos precatórios do FUNDEF.

Na noite desta terça-feira, 14, pastor Max fez a indicação número 472/2023 e repetiu um pedido a favor de professores contratados e seletivados na rede pública municipal.

Ele pediu que os contratos deste ano (2023)  sejam mantidos em janeiro e fevereiro de 2024 com o intuito de manter o salário e que o calendário do ano letivo não sofra alteração em seus 200 dias letivos.

“A gente espera que seja enviado Projeto de Lei pra esta Casa e esta Casa autoriza a prorrogação por mais um ano desse contrato, por quê? porque tem dois fatores a serem considerados. O primeiro deles é o fator social. Os nossos professores, geralmente, durante os meses de janeiro e fevereiro, em outras épocas, porque isso o prefeito Zé Francisco também mudou, eles deixavam de receber dois meses. Muitos deles só retornavam ema abril e olhe lá”

“E aí nós estamos pedindo que durante os meses de janeiro e fevereiro esses contratos sejam mantidos, seletivados sejam mantidos para que continuem mantendo, tendo a dignidade de sustentar suas famílias tendo esta esta renda durante os meses que estarão ausente das escolas. O segundo fatotr que precisa ser considerado é, justamente, o início do ano letivo dentro do calendário escolar”, justificou verbalmente o vereador

One Response

  1. Boa tarde Célio é assim que o vereador tem que ir para câmara brigar não resolve tem que brigar para ver um casal melhor eu moro aqui no povoado Alegre mas sei de tudo dessa Câmara⁸

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