Codó amanheceu hoje envolta por uma densa névoa, oferecendo um cenário incomum e misterioso para os moradores. Esse fenômeno, apesar de parecer raro em algumas regiões do Nordeste, é natural e pode ocorrer em determinadas condições climáticas.
A névoa se forma quando o ar próximo ao solo está carregado de umidade e sofre um resfriamento rápido, geralmente durante a madrugada. Quando a temperatura do ar cai até atingir o chamado ponto de orvalho, o vapor d’água presente na atmosfera se condensa em minúsculas gotículas de água suspensas no ar, formando a névoa ou neblina.
Esse efeito costuma acontecer com mais intensidade em noites calmas, de céu limpo e pouco vento, permitindo que o calor do solo escape rapidamente para a atmosfera, resfriando o ar perto do chão. Em áreas mais baixas ou próximas a rios, onde a umidade do ar é naturalmente mais alta, como em partes de Codó, a probabilidade da formação de névoa aumenta.
Além de sua beleza, é importante lembrar que a névoa reduz a visibilidade e pode representar risco no trânsito, exigindo atenção redobrada de motoristas e motociclistas nas primeiras horas da manhã.
Hoje, a cidade despertou com esse espetáculo silencioso da natureza — um manto branco que cobre os telhados, as ruas e os campos, dando um toque de poesia ao início da semana.