O Juiz eleitoral da 7ª Zona de Codó, Dr. Pedro Guimarães Júnior, foi responsável pela emocionante diplomação do Prefeito reeleito de Codó, Zito Rolim, do vice-prefeito Guilherme Archer e dos demais suplentes e vereadores eleitos no município. A reunião aconteceu no auditório da Escola Ananias Murad, nesta terça-feira (12). O evento foi organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão e contou com a presença de advogados, representantes de partidos políticos, além de autoridades civis, militares e eclesiásticas.

Zito é diplomado pela 2ª vez em Codó

Compondo a Mesa de Honra da Cerimônia estavam o Juiz da 7ª Zona Eleitoral de Codó, Dr. Pedro Guimarães Júnior, o Juiz da 69ª Zona Eleitoral, Dr. Cândido José Martins de Oliveira e Prefeito Municipal de Codó, Zito Rolim. Representando o poder legislativo municipal estava o vereador Pedro Ferreira Oliveira. Completando a mesa, a Ordem dos Advogados do Brasil se fazia presente pelo Sr. Francisco Antônio Machado, da Subseção Codó.

Dr. Pedro e Guilherme Archer

 O Hino Nacional foi tocado pela Banda Municipal EUTERPE de Codó. Logo após, cumprindo o disposto no Artigo 215 do Código Eleitoral, combinado ao Artigo 165 da resolução 23.372/2011, os trabalhos foram abertos.  Foram conferidos os diplomas dos candidatos eleitos e suplentes no pleito de 2012 na ordem decrescente:

Família Archer participa do evento

Suplentes

  1. José Adilson de Sousa, (Coligação Forte é o Povo)
  2. Reinaldo Silva Melo e Antônio Sebastião Nascimento Figueiredo Júnior (Coligação Nossa Força Vem de Deus)
  3. Rosilda Pereira da Silva e Arlindo Salazar Sousa Filho (Coligação Renova Câmara)
  4. Jadiel Silva Reis e Getúlio Zaidan (A Força é do Povo)
  5. Edson Cantanheide de Souza  e Yuri Brito Correa (União por Codó 1)
  6. Paulo Roberto Costa Baião (Coligação Codó é do Povo)

Diplomação Vereadores Eleitos:

  1. Francisco de Assis Paiva Brito – Chiquinho do SAAE – (Coligação Forte é o Povo)
  2. Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho – Leonel Filho – (Forte é o Povo)
  3. Rodrigo de Lellis Salem Figueiredo (Coligação a Força do Povo)
  4. Maria da Conceição Monteiro de Souza Paz – Maria Paz (Coligação Forte é o Povo)
  5. Expedito Marcos Cavalcante – Expedito Carneiro – (Coligação Forte é o Povo)
  6. Max Tony de Oliveira Sousa (Coligação Renova Câmara)
  7. Pedro Ferreira Oliveira – Pedro Belo – (Coligação A Nossa Força Vem de Deus)
  8. Domingos Soares – Dominguinhos Reis – (Coligação União Por Codó 1)
  9. Luis Carlos Aprígio de Andrade – Carrim Construções – (Coligação Codó é do Povo)
  10. Gracinaldo Ferreira Lima (Coligação União Por Codó 1)
  11. Francisco Salazar das Chagas Sousa – Chaguinha da Câmara – (Coligação A Força do Povo)

    Família Rolim com diplomação

 Logo após os parlamentares, foram diplomados o vice-prefeito eleito de Codó, Guilherme Archer, e o prefeito reeleito José Rolim Filho (Zito Rolim). O vereador Francisco de Assis Paiva Brito (Chiquinho do SAAE), reeleito pela segunda vez, fez o seu pronunciamento representando os demais parlamentares eleitos. Em suas palavras, o Edil fez questão de afirmar que a época do palanque já havia acabado. “Em nome de todos os vereadores eu agradeço a vontade do povo e digo que o tempo do palanque acabou. O momento agora é de união em prol do melhor para a nossa cidade”.

O prefeito reeleito de Codó, Zito Rolim, agradeceu a todos e falou sobre os desafios e responsabilidades do segundo mandato. “Costumam dizer que a segunda vez é sempre mais fácil e equilibrada. Não vejo dessa maneira. Nós estamos dando mais um passo que a democracia nos permite. A vontade do povo prevaleceu, e isso exige mais responsabilidade. As duas zonas eleitorais de Codó depositaram confiança em nosso trabalho. Por isso temos que continuar honrando a confiança do povo. O reconhecimento da população só aumenta a nossa responsabilidade”. Declarou o prefeito.

Para abrilhantar a ocasião, o Juiz da 69ª Zona Eleitoral, Dr. Cândido José Martins de Oliveira, ministrou uma verdadeira aula sobre sufrágio e democracia em suas palavras proferidas. O Juiz da 7ª Zona Eleitoral, Dr. Pedro Guimarães Junior, relatou sobre a dura missão de realizar o processo eleitoral em Codó, além de se dizer preparado para qualquer outro desafio. Mas o ponto emocionante das palavras do magistrado foi quando atribuiu o resultado de seu trabalho à força de sua esposa e ao bebê que ainda está por chegar.

A noite emocionante teve seu epílogo quando o prefeito Zito Rolim saiu das instalações do auditório do Colégio Ananias Murad para os braços do povo que lá fora o aguardava. A festa não teve hora para acabar.

Raphael Fernandes

Assessoria de Comunicação Governo Municipal de Codó 

13 Responses

  1. Uma tremenda falta de respeito a justiça , ao povo e a democracia brasileira essa diplomação. Depois não venha pedir ao povo que FISCALIZE O PLEITO. Só balela.Só enganação. É por isso que o povo não quer mais acreditar em PODER JUDICIARIO. Quer fazer justiça com as próprias mãos. Aí vem as igrejas(muitas apoiam a corrupção,pois estão no mesmo barco)pedindo que assinem abaixo assinado a favor da VIDA…. . Pura enganação. Faz de conta.

  2. HACHER DIZ QUE MUDOU O RESULTADO DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DESTE ANO

    Não é a urna, é o sistema: hacker mostra como mudar resultado da eleição, e diz que mudou em 2012

    parte da comunidade de informática brasileira interessada em eleições e voto eletrônico passou anos tentando mostrar ao TSE, autoridade eleitoral nacional, que havia uma [isso, uma] coisa errada no sistema eleitoral brasileiro e que esta “coisa” era o sistema como um todo, e não somente a urna eletrônica brasileira.

    um comitê multidisciplinar independente enfrentou o problema ao analisar o sistema eleitoral brasileiro e concluiu, em 2009, que… 1. além do sistema de apuração rápida, que oferece aos brasileiros, o TSE deveria propiciar uma sistema eleitoral de apuração conferível pela sociedade civil; 2. há exagerada concentração de poderes no processo eleitoral brasileiro e 3. no atual sistema eleitoral brasileiro é impossível para os representantes da sociedade conferir e auditar o resultado da apuração eletrônica dos votos.

    o comitê recomendou que se tomasse providências para 1. Propiciar separação mais clara de responsabilidades nas tarefas de normatizar, administrar e auditar o processo eleitoral brasileiro, deixando à Justiça Eleitoral apenas a tarefa de julgar o contencioso; 2. Possibilitar auditoria dos resultados eleitorais de forma totalmente independente das pessoas envolvidas na sua administração, e 3. Regulamentar detalhadamente o Princípio de Independência do Software em Sistemas Eleitorais, expresso na Lei 12.034/09, definindo claramente as regras de auditoria com o Voto Impresso Conferível pelo Eleitor. detalhes e mais links sobre o assunto neste link.

    de 2009 pra cá, como antes das recomendações do comitê, nada de significativo foi feito para mudar o processo eleitoral. o mantra repetido pelo TSE, que confia na sua informática, é que as eleições brasileiras estão acima de qualquer suspeita.

    antes das últimas eleições, um grupo de pesquisadores liderado por diego aranha, da UnB, descobriu como quebrar o sigilo da urna. para minimizar o problema, o TSE afirmou que nada havia sido “quebrado” e que era apenas mais um aspecto da urna que deveria ser melhorado. para o presidente do TSE, a quebra do sigilo da urna… “Foi dentro de um ambiente controlado. Isto numa situação real seria absolutamente impossível porque ele não teria acesso à fonte”.

    em outubro passado, o blog fez uma só pergunta diego aranha: quais são suas principais críticas à segurança da urna eletrônica do TSE? e a resposta que ele nos enviou por emeio e publicada na íntegra, em outubro, é repetida a seguir em itálico, com negritos nossos.

    Os principais problemas de segurança da urna eletrônica estão exatamente ligados aos dois requisitos fundamentais para a lisura das eleições: sigilo e integridade dos votos. Durante os testes de segurança, encontramos uma vulnerabilidade que nos permitiu derrotar o único mecanismo de segurança implementado na software da urna para proteção do sigilo do voto. Utilizando essa vulnerabilidade, minha equipe conseguiu recuperar a lista ordenada dos votos em eleições simuladas com até 475 eleitores a partir unicamente de informação pública, com impacto potencial até em eleições passadas. Além disso, detectamos outras fragilidades que abrem a possibilidade de adulteração ou substituição do software de votação por uma versão que conta os votos de forma desonesta. Todas as urnas eletrônicas do país compartilham uma mesma chave criptográfica que protege os seus dados mais críticos e esta chave está ainda disponível na porção desprotegida dos cartões de memória. Mesmo que corrigidas pontualmente, este conjunto de vulnerabilidades denuncia um processo de projeto e desenvolvimento de software defeituoso, incapaz de detectar trechos de código inseguros inseridos no software por acidente ou sabotagem e que descarta completamente a possibilidade de fraude promovida por agentes internos.

    É certo que sistemas de votação puramente eletrônicos, como o adotado no Brasil, permitem apuração rápida, mas criam simultaneamente um cenário ideal para fraudes indetectáveis em larga escala. A velocidade de apuração nunca deve ter prioridade sobre a integridade do que é apurado. Para mitigar esse perigo, sugere-se aumentar a transparência atualmente insuficiente do nosso sistema por meio da reintrodução do voto impresso conferível pelo eleitor. Esse recurso consiste em apresentar uma versão materializada do voto para conferência dentro da cabine de votação e depósito automático em urna convencional. Assim, uma contagem manual posterior dos votos conferidos pode determinar se a contagem eletrônica foi feita corretamente, sem no entanto fornecer um comprovante que possa ser utilizado para violar o caráter secreto do voto. Além da verificação independente de resultados, é possível ainda realizar auditoria externa por fiscais eleitorais e recontagem de votos para resolver disputas. O Brasil é o único país do mundo que permanece utilizando significativamente sistemas de votação eletrônica que não fornecem um nível desejável de transparência.

    o grupo de diego foi um dos que testou a urna, que é só uma parte do sistema.

    qual foi uma das constatações do comitê independente? de que no atual sistema eleitoral brasileiro é impossível para os representantes da sociedade conferir e auditar o resultado da apuração eletrônica dos votos. sistema, e não só urna.

    em um sistema opaco, sem auditoria independente, que se tornou parte essencial dos mecanismos de poder da nação e, com o passar do tempo, com cada vez mais gente sabendo cada vez mais sobre as mais variadas partes dos métodos, processos e do software que as implementam, e com muita gente, em eleições cada vez mais caras, interessadas em obter votos de forma mais, digamos, “efetiva”, era questão de tempo rolar um evento eu-não-disse, como parece que acaba de acontecer.

    leia: um hacker, através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro… interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.

    o texto em itálico vermelho acima é do site do PDT, sobre seminário realizado no dia 10/12 pelos institutos de estudos políticos do PR e PDT do rio de janeiro.

    a notícia continua, citando o hacker, que estaria sob proteção policial: “A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e, depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”. um ataque, portanto, à integridade do voto. você votou em X? o voto será de Y.

    o “gente” poderia ser um só, na fala do dia a dia. mas o “modificamos”… preocupa. o “gente” são quantos, vindos de onde, que adquiriram conhecimento de quem e como, que atuaram em que eleições em 2012 [foram mais de 5.500 eleições…] e fizeram o que, a soldo de quem, com que resultado? se tiveram sucesso, quantos “eleitos”, diplomados pelos TREs, tiveram votos vitaminados pela “gente” amiga do hacker? mais: em um sistema em que é impossível para os representantes da sociedade conferir e auditar o resultado da apuração eletrônica dos votos, se o TSE nos disser que que não houve nenhuma fraude, vamos acreditar? agora que parece que temos um agente confessando que perpetrou uma, e das graves?…

    segundo o hacker do rio, a atuação da “gente” era em prol de clientes da região dos lagos, lá. só isso já merece ampla e profunda investigação, que deveria ocorrer da forma mais aberta e transparente possível. estamos chegando a um ponto em que não dá mais para sustentar que um sistema do porte e importância do que elege os brasileiros que vão nos representar e administrar o país esteja sob qualquer tipo de suspeita. e também já não dá mais para sustentar, na base da crença e discursos, que o sistema não tem furos, é à prova da “gente” lá do hacker, os do rio ou outros, talvez mais contidos, que estão escondidos pelo brasil afora.

    o sistema eleitoral brasileiro, todo ele, das regras e atribuições dos agentes até os componentes de hardware, software, logística, segurança… precisa de uma real e urgente revisão, com toda transparência do mundo, para que se ache as falhas que for possível achar e as corrijamos pela raiz. ou para que, todos juntos e ao mesmo tempo, em um processo aberto a todos, comemoremos que verdadeiramente não há falhas. e que este menino do rio não passa de um calor que provoca arrepio. no verão, na praia. e não na democracia brasileira.

    fonte: Portal Terra

  3. Mais uma vez nós nos deparamos com mais uma vergonha em nosso município e em nossa maravilhosa Justiça Eleitoral. Aconteceu o mais provável do improvável.

    E fica mais uma vez provado que;
    – Não existe vontade do POVO;
    – Não existe vontade da MAIORIA;
    – Não existe vontade de DEUS;

    Alguém pode ate dizer que estou blasfemando, falando besteira e não entendo da vontade de DEUS. Vou explicar pra que talvez, até alguém possa entender.

    Como pode ser vontade do POVO? Se esse povo não vontade própria, é preso pro um emprego, um favor com interesse, um pouco de dinheiro pra pagar uma conta de luz, de água ou ate uma cachacinha e não ter mais isso por longos 4 anos.

    Como pode ser a vontade da MAIORIA? Se somos +ou- 120 mil habitantes e 23 mil decidiu por 97 mil.

    Como pode ser a vontade de DEUS? Se Deus nunca foi a favor de d, r, f, usar o santo nome dele em vão, mentiras, etc.

    Uma coisa é certa: se a Justiça Eleitoral enxerga-se um crime eleitoral dentro do crime eleitoral, não seria a Justiça Eleitoral de Codó!
    Podermos até recordar as eleições anteriores.

    Resumindo todo isso, temos a certeza de que só prevalece a:

    “Vontade de quem tem DINHEIRO é PODER.”

  4. DONA MARIA JOSE SILVA QUANDO VOCE FALA DE FALTA DE RESPEITO E JUSTIÇA COM A POPULAÇÃO CODOENSE,VOCE SE REFERE AO JUIZ DR. PEDRO ?FOI O MAGISTRADO QUEM FALTOU COM RESPEITO E JUSTIÇA?MINHA SENHORA ACHO QUE VOCE FALOU NO CALOR DA EMOÇÃO,PORQUE UM MAGISTRADO SÓ CHEGA A UM POSTO TÃO ALTO PORQUE SE TRATA DE PESSOAS SÉRIAS, RESPEITOSAS,E ACIMA DE TUDO JUSTAS,E ACREDITO QUE O DR. PEDRO DISPÕE DE TODOS OS REQUISITOS PRA O CARGO QUE OCUPA,ENTÃO VAMOS APRENDER A RESPEITAR AS NOSSAS AUTORIDADES POIS VOCE QUERENDO OU NAO VOCE DEVE ESTE RESPEITO.FICA A DICA.

    1. Carminha, não citei NOME de ninguém. Veja nas entrelinhas(ou vc não sabe o que é isto) que o que está em jogo é a vontade do povo. Quando digo falta de respeito,é citando o tempo que não dar pra julgar todos os processos de cassação por corrupção eleitoral. Devia só diplomar os vereadores o prefeito depois de tudo julgado. Quem assumiria a prefeitura ? O Presidente da Câmara ou o vereador mais velho ou de consenso.

  5. Parabéns aos diplomados. Espero que honrem cada voto recebido, não é algo impossível, mas difícil de se concretizar na vida pública de hoje em dia.

  6. Senhoooooras e Senhooooores! O espetáculo do Grande Circo de Codó está começando! E agora com voçês, o Palhaaaaaaço Povo! Palmas minha gente!

  7. eu não estou entendendo esse povo que estão comentando ai acima, como não é a vontade do povo se ele o zito foi reeleito? toda cidade quem escolhe o prefeito é o povo da cidade e quem escolheu e aprovou o trabalho do zito foi o povo de codó, diferente daqui de são luis que o povo não aprovou o trabalho de castelo e votaram em edivaldo, diferente da eleição de 2008 que o povo não aprovou o prefeito de codó biné e tiraram ele, agora vem uns loucos dizerem que não foi a vontade do povo? ai vem outro dizer que não foi a vontade da maioria? fazendo somas? meu amigo(a) se vc for somar quem votou no biné e quem não votou nele, se vc somar quem votou no nagib e quem não votou, se vc somar quem votou no zito e quem não votou, o zito ganha a eleição, são 120 mil eleitores é isso? 19 mil votaram no biné, soma ai quantos não votaram nele, 07 mil votaram no nagib soma ai quantos não votaram, e eu não sei porque estão fazendo estas soma dessa forma se todos os anos desde que eu me entendir as eleições de codó é assim ganha quem tem mais votos, não se soma votos de adversarios não, me comprem um bode. zito reeleito pela vontade do povo e pela vontade de deus.

  8. Eu gostaria de saber do Dr. Pedro juíz eleitoral se dar dinheiro em plena campanha eleitoral (numa caminhada)é crime eleitoral,se for me diga!

  9. renato a justiça vai se posicionar pois vamos espera 0 juiz dr. pedro e homem serio com as provas tenho certesa que a justiça sera feita eu aqredito

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