Cerca de 3 mil alunos da rede municipal de ensino de Codó, do 5º e do 9º ano,  já começaram a passar pelo teste da Prova Brasil.

39 escolas,  das zonas rural e urbana, da rede municipal de Codó possuem alunos que passarão pela Prova Brasil que já está sendo aplicada e esta aplicação, de forma escalonada, segue até 1º de novembro. Há toda uma expectativa, grande, em torno disso e muito trabalho porque pelos próximos dois anos é o resultado de hoje quem dirá qual é o novo IDEB de Codó.

Em 2015, a última referência, os alunos não conseguiram alcançar a meta estabelecida pelo Ministério da Educação que estava na casa dos 4 pontos numa escala que vai à 10.

AULÕES E SIMULADOS

Este ano a Secretaria de Educação realizou aulões  e chegou a fazer dois simulados. Na escola onde Yasmin Silva estuda,  por exemplo, ainda havia professores fazendo revisões de português e matemática quando desta reportagem no início da semana.

 “E ele tá revisando tudo, tudo que a gente tiver dúvida…ISSO AJUDA? Ajuda sim porque muita coisa que eu não lembrei, hoje ele me explicou”, disse a estudante do 9º ano, escola Remy Archer

O GABARITO COMO VILÃO

Um dia antes da aplicação da Prova professoras da Secretaria de Educação estão percorrendo todas as salas. Elas combatem um outro vilão descoberto nos simulados, a marcação do gabarito.

 “O aluno marca direitinho na prova e na hora de passar para aquele documento erra e como este documento é o único que sai do município para ser corrigido a gente tá tendo um cuidado especial com ele justamente pra não prejudicar os alunos que têm se esforçado muito”, explicou a  professora mestre, Regilane Barbosa Macêno, coordenadora de Linguaguem da Secretaria.

Ketilly Béliche disse que, realmente, o gabarito tem atrapalhado. Prometeu ter mais atenção quando chegar a hora da prova ainda nesta semana.

 “por causa que tem um monte de quadrinho aí na hora de marcar a pessoa marca outro, aí fica atrapalhado…O QUE FAZER, AGORA QUE JÁ FOI ORIENTADA PARA NÃO COMETER ESTE ERRO? Ter muita atenção”, disse a garota do 5º ano da escola René Bayma, na Trizidela

A meta de nota para Codó em  2017 não saiu da casa dos 4 pontos e para  que nada atrapalhe essa conquista a atenção e a tranquilidade passaram a fazer parte também da fala das professores visitantes

 “Eles, estão orientados tanto pelos professores, quanto pelos supervisores, para esse processo voltado para a atenção durante a vivência da prova, essas duas horas e meia são dedicados à essa atenção do aluno para que nós consigamos alcançar os objetivos propostos”, justificou a educadora Jandira Machado, que compunha a comissão que tem visitado as escolas

Um resultado já sentido, de maneira positiva, é a empolgação e o compromisso dos alunos depois deste trabalho.

“Eu acho um pouco difícil…MAS AÍ O QUE VOCÊ VAI FAZER, LER, SE CONCENTRAR? Ler, me concentrar e prestar atenção”, prometeu João Vitor Sousa Lima, que tinha Prova Brasil no dia seguinte, no 5º ano.

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