Uma nova cidade. Um novo governo. Uma nova filosofia política que incarne a democracia como epicentro do desenvolvimento social e integral. Chega de mesmice!
A sociedade civil organizada codoense não pode mais reproduzir o mesmo “esquema político” para conduzir à prefeitura os “mesmos de sempre”, como sendo uma perspectiva política moderna, renovada e democrática para restaurar as esperanças.
É hora de repensar nossa cidade! E, para isso, exige-se uma nova liderança política desvinculada das forças tradicionais e conservadoras.
É hora de convergir. É hora de transformar o velho em novo! É hora de fazer diferente! Só depende de nós. E essa transformação implica, por um lado, coragem para romper com a cordialidade deplorável que exclui, e, de outro, a formatação de uma aliança tática e ampla com setores sociais e políticos independentes e progressistas para tomar decisões fundamentais e necessárias na perspectiva desse projeto de transformação social e democrático.

O ardil político é o pretexto para a permanência dos segmentos tradicionais no controle do aparelho de estado. Fugir à exceção, pois, a regra, há muito deixou de ser objeto de ordenamento e sociabilidade. Em seu lugar surgiu o caos e a confusão. Esse tipo de situação nebulosa contribui para a classe dominante manter-se no poder e controlar a sociedade em seu viés ideológico; sob o mantra de ser apolítico. Entretanto, é um político vigarista e metódico.
Codó não pode ser tratada como nicho de alguma família e/ou propriedade privada de grupos políticos como se fosse o “fundo de quintal” de sua residência, onde o direito social é negado ao cidadão comum, por desconhecer, efetivamente, seus direitos e garantias constitucionais; entretanto, aos poderosos e aos “amigos da hora” têm as facilidades corriqueiras e viciadas de forma imediata.
A crise institucional-política açambarca a identidade dos pseudolíderes que, sumariamente, asfixiam a reputação de seu adversário mais próximo, utilizando-se de mecanismos nada convencionais com o propósito de neutralizar as forças contrárias aos seus intentos; já que não possuem mais princípios, ética, honestidade e moral. Se colocarmos todos numa balança, o resultado seria igual em qualquer perspectiva: zero!
Ainda está por nascer um autêntico herdeiro político das causas sociais e populares.
Temos uma cultura miserável de nivelar todos a um mesmo patamar, de tal modo que, a princípio, tal conceito cultural assume a pecha de naturalidade entre os “iguais” politicamente falando; mesmo tendo um que não compartilhe desse ‘olhar político pecaminoso’ que as tradicionais forças conservadoras concebem a ‘arte de fazer política’, desmoralizando os que tentam se opor aos interesses que não os deles. E, assim, caminha o processo político da cultura deformadora do sujeito quando vende sua dignidade como sendo um ato de ‘extrema relevância’ e ainda diz, com ar de superioridade: “consegui abocanhar a fatia do otário”, mas não vou gastar um “centavo com os eleitores”. Essa tem sido a tônica de todas as campanhas eleitorais: a corrupção vicejando sob o disfarce da legislação “dura” à prática da corrupção.
Codó implora por uma liderança política realmente sensível à causa social. Codó grita por ética. Codó tem sede de justiça. Codó deseja a democracia e a liberdade, assim como o pássaro que vive na natureza preso à sua plena liberdade! Codó carece de uma transformação social e política, mas, antes, uma indagação: os codoenses estão preparados para eleger um homem com essas características? Querem uma 3ª via? Se a querem, devem então, negar a cultura dos “ratos”; rejeitar os “mesmo de sempre” com a sua postura corrupta; enfim, devem sujeitar-se a uma nova filosofia: a ruptura com o tradicional.
A tão desejada terceira via, é aquela que se apresenta fora do eixo costumeiro entre as forças tradicionais que estabelecem acordos sucedâneos de dominação pela dominação e exploração do ‘homem pelo homem’ e para o homem detentor do capital! Fora disso, é só dominação, exploração, extorsão e miséria crescente para os povos menos abastados.
3 Responses
Parabéns pelo texto professor, mas afinal de contas, quem será a terceira via nessa eleição?
A realidade deve ser dita e repetida por diversas vezes, no intuito de desmascarar os personagens do “teatro das tesouras” na cidade de Codó.
OBS: Quem não conhece o termo “teatro das tesouras”, fineza pesquisar no YouTube. Entendam a realidade federal, que eleição após eleição vem sendo difundida nos interiores do Brasil.
#MudaCodo
#NaooReelejaPolitico
MAIS UMA BESTEIRADA, ENTENDA SE FOR CAPAZ.
SERIA INTESSANTE PARA A POPULAÇÃO CODOENSE, QUE O NOBRE MEMBRO DA ACADEMIA BACABEIRENSE DE LETRAS APONTASSE UM CODOENSE QUE SE ENCAIXE NESTE SEU MODO DE PENSAR .
MUITO BONITO, PORÉM A DIFICULDADE EM DECIFRAR ALGUMAS PALAVRAS E FRASES, FAZ COM QUE DIANTE DA NODSA IGNORÂNCIA TENHAMOS QUE RECORRER AO AURÉLIO.
PORQUE O NOBRE ACADÊMICO NÃO SE DISPONIBILIZA PARA PREENCHER ESTÁ LACUNA DA QUAL CODÓ, E PORQUE NÃO DIZER, O MARANHÃO ( APROXIMADAMENTE 50 % DE ANALFABETOS) SÃO DESPROVIDOS ?