
De acordo com o secretário de saúde, Ricardo Torres, Codó enfrenta um grave problema de falta de recursos para investimentos na área porque o que o município dispõe, maioria enviada pelo Governo Federal, mal dá para o pagamento da folha de pessoal.
Um dos maiores custos da atualidade é com médicos.
‘Nós temos na Atenção Básica, nos postos de saúde, no atendimento não hospitalar, nós temos realmente demanda por uma melhoria do financiamento federal, que é insuficiente, principalmente, pra gente custear a presença de médicos por causa da realidade de mercado, do que recebem os profissionais médicos. Com esse fortalecimento (financeiro) a gente fortalecia as outras profissões técnicos de enfermagem, enfermeiros que poderão ter maior tempo dedicado ás unidades de saúde tentando cumprir a meta de chegar a 80% dos problemas hoje resolvidos na atenção primária, chegar aos resultados”, explicou Torres
100% COM FOLHA
Torres também destacou, em entrevista ao blogdoacelio, que a verba é consumida em até 90%, ou mais, só com pagamento de servidores. Na oportunidade, pediu o apoio do Governo do Estado para diminuir este peso que tem prejudicado a saúde pública ofertada aos codoenses.
“No caso de postos de saúde, nos programas que não são dentro do hospital, isso é até maior a gente chega a mais de 100% somente com folha e tudo isso é custeado com recursos do município e o Estado se propõe, desde o início da gestão do secretário Marcos Pachêco em apoiar com a contrapartida estadual a atenção básica, isso a gente recebe com muita esperança
O secretário, apesar da situação não falou sobre atrasos no pagamento de salários, mas é sabido por todos que muitas obras de reforma e construção de postos de saúde e até da maternidade do HGM – Hospital Geral Municipal – estão paradas e a alegação tem sido sempre falta de dinheiro.


Quantos dessa folha recebem sem fazer nada?
Acho que sem esses diminuiria uns 30% da folha…