CALAZAR – Assessor de Endemias incentiva ‘demanda espontânea’

Em entrevista à repórter Ramíria Santiago, do programa Balança Codó, o assessor de endemias do município, Francisco Santos Leonardo, falou sobre a falta de local e laboratório adequados para o combate ao Calazar dentro do município de Codó. A reportagem cobrava providências quanto ao grande número de cães circulando, especificamente, no Mercado Central.

Leonardo falou da ausência de um Centro de Zoonoses, por causa dela muitos serviços ainda dependem do centro que existe em Caxias.

“Nós precisaríamos de uma estrutura, por exemplo, de um CCZ (Centro de Zoonoses), porque ali nós vamos pegar vários animais, nem todos são positivos (…) para isso eles (animais) teriam que ficar num canil, alimentados e isso o município ainda não dispõe. A outra situação que ainda falta funcionar, efetivamente, no município é um laboratório que faz confirmação por meio de Eliza que nós ainda não temos. Então durante esses anos anteriores a gente trabalhou com o programa efetivo dependendo de Caxias “, disse

TESTE RÁPIDO

Mas ele destacou também que não há problemas quanto a descoberta da doença uma vez que há bastante tempo ela vem sendo feita por meio do chamado teste rápido. Equipes colhem o sangue do cachorro e em 15 minutos sabem se o animal está ou não com a doença que é transmitida ao homem por meio da picada do mosquito flebótomo (ou cangalhinha).

Também frisou que continua atendendo a chamada demanda espontânea.

“Nós continuamos trabalhando com a chamada ‘demanda espontânea’. O dono do animal chega aqui – olha, meu animal está aparentemente doente – então a gente manda a equipe lá fazer o exame e este exame logo é dado o resultado e a gente também faz o recolhimento do animal”, disse

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