Um dia depois de a Justiça decretar a prisão preventiva dos policiais militares suspeitos de envolvimento na morte da jovem Haíssa em agosto do ano passado durante operação policial, no Rio de Janeiro, os dois se apresentaram à Polícia.

Embora na denúncia o Ministério Público não tenha requerido a prisão dos policiais, o juiz considerou que é dever do Poder Judiciário assegurar às testemunhas a tranquilidade necessária para que deponham sobre o caso.

Ele disse também que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública e que as imagens estarreceram o país. VEJA ENTREVISTA COM ESPECIALISTA feita pela TV JUSTIÇA.

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