No fim de outubro numa reunião realizada em Codó, no auditório do IHGC, uma representante da Secretaria Estadual de Saúde falou, exclusivamente, sobre a febre Chikungunya, descoberta pela primeira vez em 1953, na Tanzânia.
O Maranhão só tem um caso da doença até agora e o paciente é da capital São Luís, mas o alerta está sendo feito pelo interior do Estado porque o transmissor é o Aedes Aegypti, o mesmo mosquito da dengue.
Os sintomas são parecidos, mas na Chikungunya as dores são principalmente nas articulações, ela só tem um tipo (enquanto que a dengue tem 4 subtipos), a pessoa só desenvolve a doença uma vez (o que também difere da dengue), não há ocorrência hemorrágica, os sintomas só desaparecem por completo depois de 1 ano e a taxa de mortalidade é de 1% entre os pacientes.
O tratamento é feito a base de remédios que apenas aliviam os sintomas.
Depois da reunião a direção da regional de saúde planeja se reunir com gestores de seis municípios (Codó, Timbiras, Coroatá, Peritoró, Alto Alegre do MA e São Mateus) para traçar estratégias e intensificar o combate ao Aedes Aegypti.
Por enquanto a orientação para a população continua a mesma segundo o assessor de Endemias, Francisco Santos Leonardo.
“É não deixar água parada, não dê condições para que o mosquito possa se proliferar, a gente tendo esses cuidados, tendo, realmente, uma higiene domiciliar, seguindo a recomendação das equipes que estão indo nas casas, nós vamos pode também controlar essa doença. Até porque no momento nós estamos trabalhando da prevenção, nós estamos fazendo de tudo para que ela, realmente, não chegue até aqui”, explicou

