De 1963 à 2014 – Veja a evolução do hábito do codoense de emplacar motos e carros

O primeiro emplacamento de um veículo,  registrado em Codó, ocorreu em 1963. Nas quatro décadas seguintes  o ritmo foi bem lento.

  • Em 1980 –  foram 50 emplacamentos
  • Em 1990 – só 43
  • No ano 2000 –  apenas 401

O interesse do codoense pelo cumprimento da lei só aumentou mesmo em 2006. Naquele ano  1.256 emplacamentos aconteceram.

A partir de então, este crescimento tem sido gradativo. Ano passado, por exemplo,  3.124 automotores passaram a circular por estas ruas de acordo com o que manda o Código de Trânsito Brasileiro.

A luta pela conscientização de motoristas e principalmente dos motociclistas continua. Na fiscalização sempre tem flagrante  de motos sem placa circulando.

PENALIDADES

Elas são apreendidas e a  multa é de R$ 191,54. O condutor flagrado, explicou o chefe da Ciretran, César Roberto Oliveira Soares,  ainda   perde 7 pontos na Carteira.

É bom lembrar que, mesmo sem placa, o agente de trânsito  pode multar  usando o  número do chassi do veículo.

“Em primeiro lugar o mais correto é que as pessoas ao saírem da concessionária já saiam com seus veículos emplacados, nesse espaço de tempo o Estado dá 15 dias para seja regularizado, caso seja encontrado sem esse registro, ela é conduzida a Ciretran onde é feito o registro do mesmo”, justificou

De toda forma comemora-se a elevação dos registros   e da mudança de comportamento ao longo de todo este tempo.

O professor, jurista e funcionário público federal, Inácio da Silva Sousa, fez esta semana o emplacamento de número 681 deste ano, consciente de que é melhor cumprir a lei e beneficiar-se disso.

“Você vai resolver um problema com uma blitz, numa eventual fiscalização de trânsito, e você vai resolver um problema também com a futura venda de seu veículo, é interessante que você esteja com seu veículo devidamente documentado porque facilita a transferência de propriedade de outro comprador”, explicou

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