25 alunos do curso de Soldagem do PRONATEC, de duas turmas – a da tarde de aulas teóricas realizadas na escola Clodomir Millet e a da noite da Remy Archer – estão há duas semanas sem aulas práticas por falta de local para as realizarem. A denúncia foi feita ao blog ontem (17) por um aluno insatisfeito.

“Há duas semanas a turma do curso de soldagem do Pronatec era pra começar as aulas práticas, ou seja, começar a solda, mas até o presente momento não começamos por falta de local que ficou por conta da Ação Social (SECRETARIA)”, escreveu o jovem que preferiu não ser identificado

Na sequência ele informa que os estudantes da turma dele (da noite) até foram para o local indicado, a Cibrazem, mas o professor os dispensou porque não viu no ponto condições de ensino-aprendizagem, muito menos de segurança.

“Até que conseguiram um local e até que nós alunos fomos ontem (16) na intenção de ter aula prática, mas o professor dispensou a gente pelo fato de o local que conseguiram arrumar não ter o mínimo de segurança pra realizar as aulas, tanto na parte elétrica, como na estrutura”, relatou na mensagem de celular

A provável solução  ficou para ser apresentada  no dia 25 de junho, próxima quarta-feira.

“ISSO JÁ VEM ROLANDO HÁ QUANTO TEMPO? Há duas semanas já, aí ficou da gente ir pra Escola Modelo na quarta-feira (25) pra ver o que foi que resolveram lá”, respondeu o  jovem quando retornei a ligação.

Já via mensagem o denunciante deixou um pedido para a secretária Cinthya Rolim. “Pedimos que dona Cinthya Rolim faça ao menos  ação nesta já a que a secretaria dela se chama AÇÃO SOCIAL”, escreveu o aluno do PRONATEC/Soldagem.

One Response

  1. A matéria foi excluída do blog. Sobre o fala Codó:
    Esse programa faz um grande desserviço para com as populações dos bairros mais pobres de Codó, trata todos com marginalidade, como se fossem bandidos. Sempre que tem alguma pessoa humilde presa, aparece o repórter do programa, com apoio da polícia, para expor ao ridículo esses cidadãos.
    Não há o que comemorar, há o que lamentar a exposição dessas dos cidadãos codoenses de forma obsurda.
    Esse tipo de programa com enfoque editorial de criminalização da pobreza não esta com nada.

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