Dono do Hospital da Visão garante 50 cirurgias para codoenses indicados pelo IMEBB

Na inauguração do Instituto Mestre Bita do Barão, ocorrida na noite de 30 de abril de 2016, o oftalmologista Thiago Castro, dono do Hospital da Visão, de Teresina Piauí, um dos mais requisitados e respeitados de todo o Nordeste brasileiro, anunciou que fará, gratuitamente, 50 cirurgias de catarata para idosos carentes atendidos pelo IMEBB.

 “De início serão 50 cirurgias de cataratas, todas feitas a laser com padrão internacional e com uma diferença em relação aos outros centros porque lá nós iremos receber os pacientes e iremos tomar de conta à entrega aqui no instituto, ou seja, a gente realmente vai abraçar a causa”, garantiu em entrevista ao blogdoacelio. ASSISTA

Um comentário sobre “Dono do Hospital da Visão garante 50 cirurgias para codoenses indicados pelo IMEBB”

  1. Foi,não há muito tempo atrás,que essa história aconteceu.Contada aqui de forma romanceada,mas que traz em sua essência,uma verdadeira mensagem para os umbandistas.Ela começa em uma triste escura e assustadora daquelas de arrepiar os pelos do corpo.Realmente o sol tinha se escondido nesse dia,e a lua,tímida,teimava em não iluminar com seus encantadores raios,brilhosos como fios de prata,a morada dos orixás.Nessa estranha noite,ogum,o orixá das “guerras”,saiu do alto ponto onde guarda todos os caminhos e dirigiu-se ao mar.Lá chegando,as sereias começaram a cantar e os seres aquáticos agitaram-se.Todos adoravam ogum,ele era tão forte e corajoso.Iemanjá que em nele um filho que há tempos que partiu de sua casa,mas que nunca de eterna morada dentro do coração:- ah ogum,que saudade,já faz tanto tempo!você podia vir visitar mais vezes sua mãe,não é mesmo? ralhou iemanjá,com aquele tom típico de contrariedade.- desculpe,sabe,ando meio ocupado.-respondeu um triste ogum.-mas oque aconteceu? sinto que estás triste.-É,vim até aqui para “desabafar” com você “mãezinha”.Estou cansado! estou cansado de muitas coisas que os encarnados fazem em meu nome.Estou cansado com que eles fazem com a “espada da lei” que julgam carregar.Estou cansado de tanta demanda.Estou muito mais cansado das “supostas” demandas,que apenas existem dentro do íntimo de cada um deles…estou cansado… Ogum retirou seu elmo,e por trás de seu bonito capacete,um rosto belo e de traços fortes pôde ser visto.Ele chorava.Chorava uma dor que carregava há tempos.chorava por ser tão mal compreendido pelos filhos de umbanda.chorava por ninguém entender que se ele era daquele jeito,protetor e austero,era porque em seu peito a chama da compaixão brilhava.E,se existe um orixá leal,fiel e companheiro,esse orixá é ogum.Ele daria a própria vida,por cada pessoa da humanidade,não apenas pelos filhos da fé.Não! ogum amava a humanidade,amava a vida.Mas infelizmente suas atribuições,não eram realmente entendidas.As pessoas não viam em sua espada,a força que corta as trevas do ego,e logo a transformavam em um instrumento de guerra.Não vinham,nele a potência e a força de vencer os abismos profundos,que criam verdadeiros vales de trevas na alma de todos.Não vinham em sua lança,à direção que aponta para o auto-conhecimento,para iluminação interna e eterna.Não! infelizmente ele era entendido como o “orixá da guerra” um homem impiedoso que utiliza-se de sua espada para resolver qualquer situação.E logo,inspirados por isso,lá iam os filhos da fé esquecer os trabalhos de assistência a espíritos sofredores,a almas perdidas entre mundos,aos trabalhos de cura,esqueciam do amor e da compaixão,sentimentos básicos em qualquer trabalho espiritual,para apenas realizaram”quebras e cortes” de demandas muitas das quais nem mesmo existem,ou quando existem muitas vezes são apenas reflexos do próprio estado de espírito de cada um.E mais,normalmente,tudo isso torna-se uma guerra de vaidade,um show “pirotécnico” de forças ocultas.Muita “espada”,muito “tridente”,muitas “armas”,pouco coração,pensamento elevado e crescimento espiritual,isso magoava ogum,como magoava:-ah filhos de umbanda,por que vocês esquecem que umbanda é pura e simplesmente amor e caridade? a minha espada sempre protege o justo,o correto,aquele que trabalha pela luz,fiando seu coração em olorum.Por que esquecem que a espada da lei só pode ser manuseada pela mão direita do amor,insistindo em empunhá-la com a mão esquerda da soberba,do poder transitório,da ira,da ilusão,transformando-a em apenas mais uma espada semeadora de tormentos e destruições.Então ogum começou a retirar sua armadura,que representava a proteção e firmeza no caminho espiritual que esse orixá traz para nossa vida.E totalmente nú ficou frente a iemanjá.Cravou sua espada no solo.Não queria mais lutar,não daquele jeito.Estava cansado… Logo um estrondo foi ouvido e o querido,mas também temido tatá omulu apareceu.Ele não aguentava mais ser visto como uma divindade da peste e da magia negativa.Não entendia como ele,o guardião da vida podia ser invocado para atentar contra ela.Magoava-se por sua falange da morte,que é o princípio que a tudo destrói,para que então a mudança e a renovação aconteçam ser tão temida e mal compreendida pelos homens.Ele deixou sua falange aos pés de iemanjá,e retirou seu manto escuro como a noite.Logo via-se o mais lindo dos orixás,aquele que usa uma cobertura para não cegar os seus filhos com a imensa luz de amor e paz,que se irradia de todo seu ser,a luz que cura,a luz que pacifica aquela que recolhe todas as almas que se perderam na senda do criador.Infelizmente os filhos de fé esquecem disso… Assim todos os outros orixás começaram a aparecer,para logo,começarem a também despir suas vestimentas sagradas,além de deixarem ao pé de iemanjá suas armas e ferramentas simbólicas.Faziam isso em respeito a ogum e omulu,dois orixás muito mal compreendidos pelos umbandistas.Faziam isso por si próprios,iansã queria que as pessoas entendessem que seus ventos sagrados são o sopro de olorum,que espalha as sementes de luz do seu amor.Um a um,todos foram despindo-se e pensando quanto os filhos de umbanda compreendiam erroneamente os orixás.Eis que surge Exú o controvertido orixá das encruzilhadas,o mensageiro,o guardião,também chegava acompanhado de Pombagira,sua companheira eterna de jornada.Mas os dois estavam muito diferentes de como normalmente apresentam-se,tinham na face a expressão do cansaço.Eles nunca perdiam o senso de humor! e repetiram tudo aquilo que todos os orixás foram fazer na casa de iemanjá.despiram-se de tudo,eram os que mais tinham razões de ali estarem.Inúmeros eram os absurdos cometidos por encarnados em nome deles.Vocês filhos de umbanda,pensem bem! não transformem a umbanda em um campo de guerra,onde os orixás são vistos como “armas” para vocês acertarem suas contas terrenas.Muito menos se esqueçam do amor e da compaixão,chaves de acesso ao mistério de qualquer um deles.Umbanda é simples,é puro sentimento,alegria e razão.Lembrem-se disso.E quanto a todos aqueles,que lutam por uma umbanda séria,esclarecida e verdadeira independente da linha seguida,lembrem-se das palavras de oxalá ditas linhas acima.Não desanimem com aqueles que vos criticam,não fraquejem por aqueles que não têm olhos para ver o brilho da verdadeira espiritualidade,lembrem-se que vocês inspiram e enchem os orixás de alegria e esperança.A todos,que lutam pela umbanda nessa terra de orixás,esse texto é dedicado.Honrem-los.Sejam luz,assim como eles! EXE Ê O BABÁ.

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