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quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Escritório Branco & Oliveira emite NOTA DE ESCLARECIMENTO sobre operação da Polícia Federal

A Polícia Federal concedeu ontem, 01/06/2022, entrevista coletiva explicando sobre a prisão do advogado Guilherme Oliveira e de dois servidores do INSS em Codó.

Uma das revelações da entrevista foi a de que no esquema um processo fraudulento chegava a ser distribuído em apenas 2 minutos, enquanto que na chamada fila nacional isso pode demorar até 8 meses ou mais. OUÇA

Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2020 e levaram à identificação de um esquema criminoso realizado por dois servidores do INSS, um advogado especializado em causas previdenciárias e um intermediário/agenciador, este último, por sua vez, operando direto de Marabá, Pará.

Os envolvidos confeccionavam documentos de identificação falsos e inseriam os dados desses documentos nos sistemas do órgão previdenciário, para obter a concessão, principalmente, de benefícios como aposentadoria por idade e pensão por morte, para pessoas que não detinham a qualidade de segurado especial (trabalhador rural).

No decorrer da investigação, a PF verificou que muitos requerentes, embora morassem no Estado do Pará, requereram seus benefícios no Estado do Maranhão, diante das facilidades proporcionadas pelos indiciados para o deferimento de benefícios fraudulentos. Até o momento, a polícia identificou um prejuízo de aproximadamente R$ 2,4 milhões com a concessão desses benefícios.

Diante das informações obtidas, a Polícia Federal realizou, ontem quarta, o cumprimento de 13 mandados judiciais, sendo quatro de prisão preventiva e nove de busca e apreensão aqui em  Codó onde 3 pessoas foram presas e em Marabá-PA onde o agenciador foi levado pela PF.

Dentre os Mandados Judiciais consta, ainda, a previsão de arresto de bens e de veículos em nome dos investigados.

om relação aos dois servidores da autarquia previdenciária, a PF afirma que, além de terem sido presos preventivamente, foi determinada, também, a suspensão do exercício das funções públicas deles.

Os envolvidos estão sendo investigados pela prática dos crimes de:

  • estelionato previdenciário (art. 171, § 3º)
  • inserção de dados falsos em sistema público (art. 313-A)
  • organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013)

Ainda de acordo com a Polícia Federal, a economia gerada com a futura suspensão dos benefícios, considerando-se a expectativa de sobrevida projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), gira em torno de R$ 18 milhões.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os 4 permanecem presos. O Escritório Branco e Oliveira emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso quem tem o teor abaixo demonstrado.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

6 comentários

  1. Kkkkkkkkkkkkkk
    Isso não é nem a ponta do Ice barg
    Quando se trata de ações de grupo de advogados aqui da região
    São tipo um bando de urubu

    1. Deixa eu ver se entendi ! Se o dono do grupo Branco e Oliveira é um dos líderes da quadrilha criminosa, como e que esse mesmo grupo não compactua com comportamento a margem da lei ?

  2. Ha anos isso vem acontecendo e nao é so com esse advogado. Tem varios outros que precisam ser investigados. Tem muito advogado em Codó exibindo bens patrimoniais incompativel com os rendimentos. A OAB de Codo é inerte. Quando é pra punir advogados desonesto a OAB é altamente corporativa.

  3. A ordem é: “não desça do salto”.
    Mas pode ser que sejam eleitos….PF existe é pra esse tipo de cliente. O hotel que a PF disponibiliza não é pra todo mundo…..é pra gente importante mesmo.

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