GRUPO DA FILA, formado por mais de 90 mães ou responsáveis por crianças com necessidade tratamento especializado oferecido no CEC – Centro de Especialidades Clínicas – continuam sofrendo horrores na luta pela saúde de seus filhos e filhas.
Esta semana voltaram a denunciar regra que exclui do tratamento aquela criança que faltar a uma sessão (não importando a justificativa). Estão sem o profissional de terapia ocupacional e sem vagas para fono, psicóloga, psicopedagoga e fisioterapeuta. Veja a denúncia abaixo:
“Quem é mãe/responsável de crianças que necessitam destas terapias sabe que lutamos por um atendimento digno, a questão central é a falta de profissionais para atender a demanda atual, e a gestão procura meio de criar vagas tirando quem está na vez.
Porém, o tratamento dessas crianças deve ser contínuo, sem interrupções.
Atualmente não dispomos de Terapeuta Ocupacional, tão importante para nossas crianças, as vagas para fono, psicóloga, psicopedagoga e fisioterapeuta se esgotaram e ainda tem mães na fila (muitas por assim dizer, e isto causa uma regressão na criança e só prejudica o diagnóstico/vida).
Foi realizada uma audiência pública para tratar destes casos e até o momento a gestão Municipal nada fez, já nos direcionamos a Câmara dos vereadores e nada aconteceu… Só pedimos dignidade aos nossos pequenos e humanidade na gestão da cidade”
HISTÓRICO DA LUTA
No dia 08 de abril de 2022, no auditório da escola Estevam Ângelo de Sousa, o Grupo da Fila formado por 96 mães de crianças com necessidade de tratamentos especializado (autistas, Síndrome de Down, Esquizofrenia, Atrofia Cerebral e muitas outras doenças) participaram de uma audiência pública com o promotor de Justiça Dr. Carlos Augusto Soares onde cobraram:
1 – TIRAR DO CEC – CENTRO DE ESPECIALIDADES CLÍNICAS – atendimentos e só deixar os relacionados à crianças e adolescentes com problemas de saúde mental;
2 – Ampliar o número de profissionais de psicopedagogia, psicologia, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga;
3 – Contratar um neuropediatra (existe um neuro que não é pediatra atendendo);
4 – TRANSPORTE PARA QUEM FAZ TRATAMENTO EM SÃO LUÍS;
5 – TFD QUE PAGA, ERRONEAMENTE, REEMBOLSO E NÃO A AJUDA DE CUSTO;
6 – MELHORIAS DO CEC PARA 2023;
7 – As mães também cobraram acompanhamento psicológico para elas;
REVEJA A REPORTAGEM COMPLETA COM VÍDEOS E A PALAVRA DO PROMOTOR


Não, não é descaso.
O prefeito já autorizou a fazer uma nova logística de atendimento, de maneira que solucione eventuais falhas.
O amor de mãe fala mais alto, e esse governo faz coro com elas.
Falta de respeito sim. Mês passado fui procurar atendimento para meu filho. Fonoaudiólogo e mandaram eu ir no dia 31/05 . Fui na data chegando lá, disseram que não estavam marcando porque não tem profissionais, e as salas de atendimento estão em reforma. E aí? Como fica as crianças que precisam ? Por que antes de reformar não pensam em “logística “ para fazer esses atendimentos em outro espaço.