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sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Estudantes cobram providências sobre dois assassinatos bárbaros ocorridos em Codó

O grupo de estudantes de duas escolas públicas municipais  percorreu algumas  ruas até o Fórum de Codó em apoio aos colegas Maria das Graças Sousa da Silva e Raimundo Francisco Macêdo de Castro.  Ele, aos 16 anos de idade, viu a mãe ser morta com 7 facadas por um genro dela, no dia 24 de dezembro de 2012. Willames  Carlos de Sousa Neris, o Carlinhos, nunca foi preso.

Eles perderam suas mães para a violência
Eles perderam suas mães para a violência

“Desejo Justiça, que ele seja preso e venha a pagar pelo crime que ele fez”, disse o jovem hoje com 18 anos de idade, ainda psicologicamente abalado ao falar do assunto.

Maria Graças perdeu a mãe, a lavradora Antonia Félix de Sousa, de 56 anos, dia 2 de dezembro deste ano. Ela quebrava coco na zona rural de Codó,   quando foi estuprada e estrangulada. “Eu me sinto tão mal, depressiva, nervosa, angustiada, meu Deus, é uma dor insuportável, perder uma mãe”, disse quase chorando

Os discursos em frente ao Fórum foram de cobrança.

“Nós queremos que a Justiça desse uma resposta á isso aí, como é que uma garota dessa vai pensar em viver melhor, viver depressiva, cadê a Justiça que não dá resposta pra gente, pra sociedade”, cobrou o professor Ronaldo Trindade, que acompanhava o grupo

“Queremos ver a solução pra esses casos que até agora não foram dadas nenhum solução, nenhuma resposta e a gente veio justamente veio pra dá apoio pra essas famílias e pedir Justiça pra esses casos”, também falou o professor Fábio Rodrigues Medeiros

COMO ANDAM OS CASOS

Na realidade só o caso da mãe de Francisco  está com a Justiça, a última movimentação do processo data do dia  11 deste mês quando ele foi enviado para análise do Ministério Público.

O delegado Zilmar Santana mostrou que já pediu a prisão preventiva de Carlinhos, mas será difícil cumpri-la, ainda que concedida.

“Não temos informação do paradeiro dele, na época foram feitas diversas diligências, segundo informações, denúncias anônimas que eram comunicadas à delegacia e foram feitas essas incursões na tentativa de prendê-lo, mas o indivíduo ainda não foi localizado”, disse em entrevista à TV Mirante

O inquérito que apura a morte da lavradora, segundo a autoridade policial, ainda está dentro do prazo de 30 dias para ser concluído, mas os avanços são poucos.

“Ainda não há suspeitos  definidos, sabe-se que haviam indivíduos lá no local, que foram vistos por testemunhas, próximo ao evento, portanto, nós estamos tentando identifica-los”, disse a autoridade

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

2 comentários

  1. Os Casos de CRIME em Codó quando TEM GRANDE Repercussão Pela Imprensa Local. parecem que NÃO TEM uma Solução por Parte da Policia ou Justiça Local,Citamos os Casos.dos Empresários LICA,o do MACIEL da Ótica,o da Filha do Carrim do Mercado Central,Falta o Comparsa do que Tombou em Caxis-Ma,em Confronto com a PM,o do Policial Civil Morto no Residencial Vereda,e OUTROS MAIS Sem SOLUÇÃO. que só a População Vive a Fazer Passeatas e de NADA tem uma Solução? ou MÁ Vontade por parte dos Poderes Competentes Segurança e Justiça.Casos que Tanto Intrigam a População que Tanto Clama por Segurança em Codó e Região.

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