Flávio Dino admite emprego de parentes para jornalista de ‘O GLOBO’

Flávio Dino
Flávio Dino

Num diálogo travado pelo Twitter com o jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista do jornal O Globo, do Rio de Janeiro, o governador Flávio Dino admitiu que nomeou, sim, parentes de alguns dos seus secretários, mas diz não haver ilegalidade nem imoralidade nestes atos.

O jornalista pergunta: Governador Flávio Dino, o senhor nomeou parentes de seus secretários?, e o governador responde: “Sim, nomeei parentes de secretários e de adversários. E isso não constitui nepotismo, não é ilegal, nem imoral”.

Jorge Moreno, diante da resposta do governador, provoca: “é exigência popular que seu governo, Flávio Dino, não seja só diferente, mas muito melhor do que o de toda a oligarquia dos últimos 50 anos”, numa referência ao meio século de mando na política maranhense do senador José Sarney.

E o governador devolve: “Prezado Moreno, tem sido melhor, gracas a Deus. E continuará a ser. Minha equipe trabalha muito para isso. Tenho orgulho dela”.

As nomeações de vários parentes de auxiliares do governador em cargos estratégicos da Administração Estadual, que vinham sendo abordadas por jornalistas e blogueiros maranhenses, não tinham merecido nenhuma resposta do Palácio dos Leões, até que a Folha de São Paulo, em sua edição desta sexta-feira (30), repercutiu nacionalmente, o que levou outros veículos de comunicação do País, como O Estado de São Paulo, a acionarem seus correspondentes para enviarem detalhes do que vem ocorrendo na nova administração estadual.

Por Aquiles Emir

2 comentários sobre “Flávio Dino admite emprego de parentes para jornalista de ‘O GLOBO’”

  1. Só seria imoral e ilegal se ainda não tivesse acontecido as eleições daqui pra frente as ações da administração anterior serão repetidas, ainda bem que este tipo de coisa não costuma acontecer na política, nem no Maranhão e muito menos em Codó, nepotismo? Será que também vão contratar servidores que só receberão dinheiro, que não aparecem nem para receber o contra-cheque? Ainda bem que no nosso maranhãozão não acontece isso.

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