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quarta-feira, 23 de setembro de 2026
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Grevistas expõem graves problemas da Polícia Civil da regional de Codó

Placa da obra de Peritoró
Placa da obra de Peritoró

O repórter Sena Freitas (FCTV) esteve com os grevistas da 4ª Delegacia Regional de Codó e ouviu diversas reclamações referentes às 4 cidades.

Em Codó, os entrevistados destacaram o problema da sede da delegacia servir de presídio para, atualmente, cerca de 40 presos, o que é proibido pela legislação.

Em Peritoró, o problema está no atraso de 1 ano do pagamento do aluguel do imóvel onde funciona a delegacia improvisada, pelo mesmo tempo se arrasta a construção orçada em R$  296.367,40.

Também foram citados problemas em Coroatá onde a delegacia funciona na parte de cima de uma casa onde embaixo é uma venda de produtos agropecuários e em Timbiras onde a situação não é nada melhor.

Abaixo, trecho da fala de um dos agentes de policia:

“O governo do Estado contemplou várias categorias da Segurança Pública, mas esqueceu dos agentes de polícia e dos escrivãs”

“A regional de Codó hoje, que é composta por 4 cidades, apenas Codó hoje tem uma estrutura tem uma sede própria, no entanto, ainda sofre com a custódia ilegal de presos. Os presos são jogados à custódia da polícia Civil. Hoje temos cerca de 40 presos na cidade de Codó, onde fere o direito dos presos, fere o direito dos policiais, além da comunidade, coloca em risco a comunidade que procura a delegacia”

PERITORÓ

No caso de Peritoró, hoje a delegacia já se encontra no estágio de despejo pelo proprietário do imóvel, que a sede hoje é alugada, improvisada. A delegacia está com mais de um ano, com aluguel atrasado, sem ser pago pelo Estado e o dono já pediu a casa, sendo que a delegacia  que está sendo construída a obra também está atrasada há 1 ano”

COROATÁ

Quanto à Coroatá, há dois anos sofreu com que os presos atearam fogo na delegacia e lá tinha um predio próprio que foi incendiado e há dois anos vive numa situação improvisada, de total improviso (…) não garante acessibilidade de deficientes, o deficiente hoje, em Coroatá, ele não tem acesso ao atendimento digno, com respeito à sua dignidade, naquela sede no tocante a estrutura porque, sequer, ele pode chegar á sala de registro de B.O”

TIMBIRAS

“Em Timbiras, não é diferente. É um casa improvisada, inclusive que não garante segurança à população. Há poucos meses tivemos um assalto naquela cidade, que os policiais estavam totalmente vulneráveis. A delegacia não oferece segurança nenhuma para os policiais, nem para a comunidade que procura a delegacia de Polícia Civil”

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

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