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sexta-feira, 16 de outubro de 2026
CÂMARA

Indignado morador esfrega fumaça do lixão do Codó Novo na cara dos vereadores

Um grupo de moradores atingidos pela fumaça tóxica do lixão esteve ontem na Câmara para pressionar os apáticos vereadores de Codó.

Um deles foi gravado pela imprensa que cobre as sessões desabafando e esfregando o problema da fumaça do lixão na cara dos parlamentares que resolveram apenas fazer duas coisas:

1 – AQUELA VELHA INDICAÇÃO (desta feita, coletiva).

2 – TENTAR UMA DATA NA AGENDA DO PREFEITO PARA MARCAR A TRADICIONAL ENROLAÇÃO CHAMADA ‘AUDIÊNCIA PÚBLICA’ (pra que serve mesmo estas audiências, meu Jesus?).

Clóvis Silva, um dos cidadãos mais ativos e inteligentes de Codó, interrompeu a lenga, lenga de sempre do presidente Expedito Carneiro (diga-se de passagem morador do Codó Novo também) e disse o que todos deveriam ter ouvido já há muito tempo. VEJA

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

5 comentários

  1. Parabéns ao Clóvis, cidadão atuante. Enquanto aos nossos Edis, “representantes populares”, que por suas tímidas atuações, suas representatividades chegam a ser quase nulas perante o povo. Deus salve o nosso Codó véi, porque do que depender de seus governantes é thau sem benção!

  2. CUSTOS E GASTOS / ATERRO SANITÁRIO
    De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico – PNSB – 1989, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – e editada em 1991, a disposição final de lixo nos municípios brasileiros assim se divide:

    • 76% em lixões;
    • 13% em Aterros controlados e 10% em Aterros sanitários;
    • 1% passam por tratamento (compostagem, reciclagem e incineração).

    A construção de aterros sanitários no Brasil custa cerca de R$ 525,8 milhões para um de grande porte (2 mil toneladas/dia de lixo); R$ 236,5 milhões para um de médio porte (800 toneladas/dia); e R$ 52,4 milhões para um de 100 toneladas/dia. Esses equipamentos têm em média 42 anos de ciclo de vida, dos quais só 20 permitem que o aterro receba resíduos. Não foi considerado aproveitamento do biogás e receita com crédito de carbono. Os dados são de estudo para instalação e operação de aterros sanitários feito pela Fundação Getúlio Vargas a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre).

    De acordo com o diretor-presidente da Abetre, Diógenes Del Bel, as etapas de encerramento e pós-encerramento de aterros sanitários, que duram 20 anos ou mais, representam de 7% a 8% do custo total do empreendimento. “Esses custos costumam ser subestimados e desconsiderados nos orçamentos públicos, o que distorce a apuração dos custos dos serviços e pode levar à insuficiência de verbas para assegurar operações minimamente adequadas no futuro”, diz Del Bel.

    O custo de resíduo por habitante/ano é de R$ 13,67 para os grandes, R$ 15,80 para os médios e R$ 18,58 para os pequenos.

    O terreno representa de 10% a 15% do investimento inicial, podendo chegar a 30% e 40% se ficar em área mais valorizada. A etapa de operação é a mais complexa e representa o maior custo, em torno de 87%.
    Postado há 9th November 2012 por Marcus Antônio Moraes.
    Se eu não estiver errado, mas apenas São Luís tem aterro que fica em Rosário-MA. Não sei se Imperatriz tem.

  3. parabéns Zé Clóvis muito boa sua colocação, coisa dita e bem feita por você, isso já deveria ter acontecido faz tempo, esses vereadores merecem a verdade…

  4. Enquanto o povo não tiver discernimento político e só votarem nestes oportunistas, a situação nunca irá mudar. Votem com consciência cidadãos, votem com critério, não com interesses individuais.

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