
LULA E A “MÃO INVISÍVEL”: A VELHA CANTILENA DO PADRÃO ESPECULATIVO
‘Cômica se não fosse trágica’ a ideia real que sobeja de forma mortal o indivíduo que, visto pelo mundo financeiro, simboliza apenas um meio de expropriação de sua força de trabalho gerando a mais-valia, cujos beneficiários diretos são os capitalistas e especuladores da “mão invisível”. Pelo visto, Lula não pode expor suas intenções sobre como governar o país tendo como base fundamental a ‘introdução do pobre no Orçamento da União’.
A distinção entre o atual presidente e o próximo que assumirá em janeiro de 2023 consiste na grandeza humanitária deste. Lula é, antes de tudo, um democrata, um libertário! Além disso, tem uma característica fundamental: é sensível à situação de miséria social produzida pelo deus-dinheiro e, por isso mesmo, quando fala na necessidade de introduzir o cidadão brasiliano comum no Orçamento da União, esse fetiche da mão invisível fica ‘nervoso’. Ora, ora, ora, por que esse nervosismo sem motivo aparente? Porque o cidadão brasiliano comum retornará às estatísticas (não mais como os indicadores sociais apontam atualmente, onde temos o reaparecimento de nada mais do que 30 milhões de patriotas flagelados, famintos, disputando a fila do osso, adquirindo pele de frango a um mísero custo de R$ 2,00 kg), mas como verdadeiros cidadãos capazes de contribuir com o aquecimento da economia.
Para esses financistas que vivem da abusiva especulação abstrata, esses cidadãos brasilianos comuns não são para eles gentes decentes e, sim, seres indigentes, uma deformidade social que precisam ser eliminados para manter o padrão do deus-dinheiro intocável e, assim, concentrando mais capital e alargando o fosso social entre pobres e ricos (1% X 99%). Portanto, Lula ao expressar sua preocupação com os despossuídos e deserdados economicamente, provoca essa imediata agitação da mão invisível que, grosso modo, avisa ao novo governo: queremos receber o mesmo tratamento econômico que obtivemos do governo atual (do bozo). Lula fará uma política pública de Estado no campo econômico menos agressiva aos necessitados; contudo, a mão invisível vai ter que se adequar aos ditames do Estado e não será destruída, pois, historicamente, isso só ocorrera na década de 1929 – quando do apagão da Black Thursday; sem ter havido nenhuma ação por parte de um posicionamento do governo americano que refletisse na sua quebra! Fora isso, esse mecanismo venal da mão invisível só teve benefícios para si e para os abastados senhores capitalistas fraudulentos.
Lula nosso herói, nosso pequeno facho de luminosidade na escuridão do egoísmo e do ‘gélido’ mundo especulativo. Redistribuir a riqueza é uma demonstração objetiva de justiça social e cidadania; o estado nesse processo é um elemento determinante e deve atuar com propriedade.
Outro elemento de suma importância a ser considerado por Lula é a questão da Dívida Externa. É imprescindível que o novo governo reveja essa negociação, pois, as amortizações dos juros, multas geradas têm sacrificado de modo significativo – ou, melhor dizendo: tem produzido um prejuízo descomunal no quesito investimento em áreas sociais e de infraestrutura -, pois, o PIB está sendo consumido em sua totalidade chegando ao patamar de 50,78% (R$ 1,96 Tri). Tenho convicção plena de que esse é o imenso gargalo que impede nosso país se destravar e ter um desenvolvimento pleno e vigoroso no futuro. Lutar por uma Auditória nas contas do governo no campo da Dívida Externa é o ponto central para tornar o país uma nação verdadeiramente livre, soberana e autônoma.


A carreta furação tá chegando(Gleici, Mercandande, Hadade, Mantega, José Dirceu, Lula, Dilma, Zé Genuino, Calheiro, Maduro, CUBA, NICARAGUA, dinheiro na cueca, petrolão, mensalão, e os cambal, . DILMOU) Todos ex-candenados. VIVA AO BRASIL.