Uma vida de dedicação, Admiração de professor
Gente capaz de tudo e a qualquer hora
Assim é a vida do assessor
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Mas quando um golpe certeiro, vira chateação
Tudo que era amor vira ódio
E a lealdade _ decepção
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De uma cidade dos Cocais, alguém apavorado me procurou
Trazia na fala um nervoso
E no rosto a raiva de quem se decepcionou
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Contou que na Câmara, uma reunião aconteceu
O chefe chamou o resto e o seguinte
Foi o que se assucedeu:
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– Cumpade nós tem uma verba, de 1.500 reais
– dá pra ter mais um assessor
– E nós precisa saber o que nós faz
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Um rebuliço se fez na sala e o ‘meste’ mandou logo trazer café
O mais esperto disse mais alto
– Rapaz, ‘vamo’ botar nossas ‘muié’
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Assim o acordo foi feito, na tranquilidade da Maracujina
Confiante os ‘homi’ tão
Achando que tá tudo na surdina
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Mas ‘os assessor’ já tão ‘ligado’, embora de mão atada
Porque quem se preparou pra ganhar mais
Agora tá comprando é sal pra ver se cura essa lapada
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O plano dos ‘homi’ ainda não saiu do papel, mas tá que tá fedendo
Já tem até muié espichando os ‘cabelo’
Porque os Mil e Quinhentão já tá rendendo
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O que ainda não se sabe , é que assessor botará os ‘solteirão’
Se vão arrumar uma muié
Ou deixar pro povo esse dinheirão
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O certo é que uma turma grande já está sem defensor
E se chiar vai pra rua
Oh, meu Deus! – coitado dos nossos ‘assessor’
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Essa é uma obra de ficção do acervo histórico mirabólico viajante deste blog. Qualquer similitude com a realidade, em qualquer município do Maranhão, será mera coincidência.


Numa hora dessa já tem bofe gastando por conta.