Por Carlos Gomes – Compartilhe Aprendendo 3

Urbano Santos da Costa Araújo, maranhense da cidade de Guimarães, onde nasceu a 03 de fevereiro de 1859. Jurista renomado. Foi Juiz em várias Comarcas do Maranhão.

Porofessor e escritor Carlos Gomes
Porofessor e escritor Carlos Gomes

Um político brilhante, representando o seu Estado nas duas Casas do Congresso Nacional. Governou o Maranhão (1914 – 1918). Vice – Presidente da República, na chapa de Venceslau Braz, inclusive assumiu interinamente a Presidência da República em 1922.

Foi reeleito Vice-Presidente da República com o companheiro de chapa Arthur Bernardes, em 1922, mas faleceu antes de assumir o cargo.

Este ilustre maranhense faleceu no dia 07 de maio de 1922. O seu Estado o homenageou, colocando o seu nome a um município maranhense, que se limita com os municípios: Belágua, São Benedito do Rio Preto, Chapadinha, Matta Roma e Anapurus.

Augusto Tasso Fragoso (Tasso Fragoso), maranhense da Capital São Luis, nasceu em 28 de agosto de 1869 e faleceu no dia 20 de setembro de 1945. Foi Ministro do Exército, liderou o Golpe de Estado em 1930 que depôs o Presidente da República Washington Luis; impediu a posse do Presidente eleito Júlio Prestes.

Assumiu a Presidência da República, no período de 24 de outubro a 02 de novembro de 1930, quando passou o cargo ao Presidente Getúlio Vargas.

O Maranhão homenageou o ilustre filho, dando o seu nome ao município criado em 19 de dezembro de 1964, tendo como limites os municípios: Balsas, Alto Paranaíba e Sambaíba.

Codó-MA, 09 de fevereiro de 2015.

Professor Carlos Gomes

5 comentários sobre “Por Carlos Gomes – Compartilhe Aprendendo 3”

    1. kkkkkk, gostei. Valeu Rogério, na minha época de namoro o cara (macho daquilo roxo) chegava junto sem muita frescura. Esse negócio de cartinha era muito romantismo pra mim e acho que nem saberia, mesmo, escrevê-las.

      Certamente não me acho merecedor de ser um integrante da referida Academia (me falta intelectualidade, erudição), mas se integrá-la dependesse apenas de ‘escrever’ talvez eu poderia ter recebido tal título com o mínimo de justiça possível.

      Escrevo todos os dias e 3.981.758 visitas à este blog, em 3 anos de atividade diária, me credenciam a dizer que ‘escrevo e sou lido’ por pessoas dos mais variados tipos de conhecimento e, sem qualquer medo de errar, pessoas estas de várias partes do mundo.

      Se isso me envaidece? Claro que sim, trata-se de um ‘cabôco’ do pé rachado, nascido em condições onde tudo parecia programado para dar errado, fazendo gente de inteligência superior, como Vossa Excelência, parar alguns minutos de seu precioso tempo para ler (ou ao menos passar a vista) naquilo que escrevo.

      Já me sinto realizado por isso e o fato de ter sido convidado para integrar a ACLAC em nada altera esta nobre sensação cabocla, provinciana, indigna de estar ou não fazendo parte disso ou daquilo.

      Eu sou eu, macaúba é um coco (minha frase preferida, em homenagem ao meu povo lascado)

      Passar bem, nobre Rogério.

  1. Nossa cidade possui escritores que não precisam de “cadeiras” ou outros instrumentos para que possam se tornar “imortais” ou algo do tipo, suas próprias produções como as do Professor Carlos Gomes, Professor Jacinto Junior e Carlos Magno, refletem a razão da importância de pessoas com este nível para a nossa sociedade, parabéns ao blogueiro por dar oportunidades aos produtores.

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