Várias entidades que formam a rede de proteção a criança e ao adolescente estiveram representados numa reunião ampliada realizada pela manhã na sede da CASA DOS CONSELHOS, na Av. 1º de Maio,  para se discutir a participação de menores no carnaval de Codó.

Ficou definido que haverá uma equipe do Departamento de PROTEÇÃO Social Especial auxiliando na fiscalização dentro do Corredor da Folia buscando abusos de pais para com suas crianças, principalmente.

Reunião realizada em 17/01/2018

“Orientar, sensibilizá-los nos sentido de que eles têm essa responsabilidade para com suas crianças e adolescentes”, explicou Ana Lúcia Santos, que dirige o referido departamento

O Conselho Tutelar deixou de fazer esta fiscalização direta ano passado, segundo Odair José Reis Magalhães depois que um membro quase foi agredido fisicamente por um pai que ingeria bebida alcóolica ao lado filho ainda criança. Este ano, trabalhará, novamente, por meio de  plantão na própria sede do Conselho.

‘Sempre, todos os dias, de manhã de tarde e de noite irá, terá um conselheiro de sobreaviso justamente para atender a esta demanda, atendendo a sua atribuição que está no artigo 136”, afirmou

PÚBLICO GAY

Algumas defesas para que constem na programação que ainda será fechada foram feitas. Luciane Araújo, dos Direitos Humanos, deseja incluir alertas para o público infanto-juvenil  LGBT.

“é um público ansioso pelo Carnaval, vulnerável, digamos assim, então se nós colocarmos um tópico, dentro dos demais tópicos, vai servir de alerta, vão se sentir – estamos assistidos, estamos dentro do tema carnavalesco e dentro da programação vamos dá ênfase à isso”

A Guarda Municipal, por meio do comandante José Fernandes,  cobrou portarias que definam, com clareza, as regras para pais e seus filhos menores.

“O horário estabelecido que crianças e adolescentes podem estar durante a festa. Com quem? Se acompanhado por pais, usando identificações. Que seja tudo baixado por portaria ou decretos e que passem para a Equipe de segurança poder fazer uma fiscalização”

Também ficou acertado que haverá uma audiência pública entre autoridades e donos de bares, com data a ser anunciada.

“Entendemos que se nós sensibilizarmos os donos dos bares  a não fazer a venda pra esses menores de 18 anos a gente vai ter uma redução de muitos problemas que vão desde problemas de saúde, até acidentes e outros tipos de violação de direitos”, explicou Clóvis Silva, da Plan e vice-presidente do CMDCA

4 Responses

  1. Por k Cap Moura realmente é necessário pois ano passado não teve um dia que o Conselho tutelar ou outra entidade de defesa da criança esteve no circuito. É foi observado muitos adolescentes no local é muito usando álcool se este ano acontecer será muito bom mas não de sobreaviso mas sim presente no local

  2. Como será esta fiscalização? Eles identificam e prendem? leva pra casas dos pais? delegacia? Conselho tutelar? Carnaval meu povo não tem como fazer isso o correto seria orientar as famílias. 30% dos foliões são menores e adolescentes.

  3. E lamentavel tudo. Crianças, jovens, adultos, em carnaval. Carnaval e a festa do satanas. Onde tem bebida, prostituiçao, traiçao,gays,mortes.momento de alegria passageir.

  4. Se fosse só alcool, esse adolescentes usam é drogas pesada, é só dá uma olhada naqueles grupos de garotos todos de bones a noite e façam uma abordagem pra vê os vão encontrar.

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