Depois que os programas eleitorais deixaram de exibir filmetes de Zito em situações embaraçosas, eles continuam a surgir e a serem usados nas redes sociais e nas TVs locais, como assistir ontem (2) à tarde ao chegar à delegacia de polícia (numa velha TV da permanência). Todo mundo parou.
O mais explorado, do momento, mostra Rolim em conversa com o proprietário da empresa Garra. As falas são comprometedoras e já estão nas mãos da Justiça para serem analisadas sob a alegação de captação ilícita de sufrágio ( que em português quer dizer COMPRA DE VOTO).
A intenção dos adversários de Zito é fazer com que os vídeos causem o maior estrago possível no eleitorado verde. Enquanto isso, Zito também se move contra eles, claro, com menos força dado ao gigantesco peso dos vídeos explorados por seus algozes.
Neste momento, isso não o preocupa tanto quanto preocupa SER ELEITO. Nos corredores do poder paira a ligeira impressão de que quem vence a eleição nas urnas, vence embaixo (Codó), vence em cima (TJ), vence mais lá em cima (TSE). Não foi o caso do governador Jackson Lago (saudosa memória), mas, vai que seja assim mesmo, né!?

