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sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Últimos acusados da morte de seu Riba da Lotérica irão a júri esta semana quase 21 anos depois da morte do empresário

José Ribamar de Souza Lima, seu Riba da Lotérica como era chamado, foi assassinado nas primeiras horas do dia 22 de agosto do ano de 2002. Este crime ocorreu 8 meses depois dele ter se envolvido num tiroteio dentro de sua loteria, na rua Marques Rodrigues, onde morreu o policial militar Marco Antonio Trindade Palácio.

Cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público para sentarem no banco dos réus. O primeiro deles foi o homem apontado como o executor dos disparos que tiraram a vida de seu Riba na rua César Brandão, bairro São Pedro, quando ele seguia para abrir seu estabelecimento de trabalho.

Antonio Marcos dos Santos, o Toinho da Vó, foi julgado e condenado a 29 anos de cadeia no dia 23 de agosto de 2005. Ele era o garupa da moto pilotada por um adolescente à época, de quem não se tem notícia.

Depois de Toinho da Vó, o segundo a ser julgado foi Pombinha, nome popular de Raimundo Nonato Santiago de Sousa, condenado a 16 anos e 7 meses de prisão, no dia 16 de outubro de 2013.

Dia 26 de abril de 2023, faltando apenas 4 meses para completar 21 anos após o crime,  sentarão no banco dos réus os três últimos acusados pelo Ministério Público de participação no assassinato, são eles: o ex-policial militar Oswaldo Marinho Falcão Filho, o militar Francisco Hudson de Sousa Mendes (à época lotado em Timon) e Gleidson Roberto Trindade Palácio que é   irmão do policial morto na lotérica.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

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