José Ribamar de Souza Lima, seu Riba da Lotérica como era chamado, foi assassinado nas primeiras horas do dia 22 de agosto do ano de 2002. Este crime ocorreu 8 meses depois dele ter se envolvido num tiroteio dentro de sua loteria, na rua Marques Rodrigues, onde morreu o policial militar Marco Antonio Trindade Palácio.
Cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público para sentarem no banco dos réus. O primeiro deles foi o homem apontado como o executor dos disparos que tiraram a vida de seu Riba na rua César Brandão, bairro São Pedro, quando ele seguia para abrir seu estabelecimento de trabalho.
Antonio Marcos dos Santos, o Toinho da Vó, foi julgado e condenado a 29 anos de cadeia no dia 23 de agosto de 2005. Ele era o garupa da moto pilotada por um adolescente à época, de quem não se tem notícia.
Depois de Toinho da Vó, o segundo a ser julgado foi Pombinha, nome popular de Raimundo Nonato Santiago de Sousa, condenado a 16 anos e 7 meses de prisão, no dia 16 de outubro de 2013.
Dia 26 de abril de 2023, faltando apenas 4 meses para completar 21 anos após o crime, sentarão no banco dos réus os três últimos acusados pelo Ministério Público de participação no assassinato, são eles: o ex-policial militar Oswaldo Marinho Falcão Filho, o militar Francisco Hudson de Sousa Mendes (à época lotado em Timon) e Gleidson Roberto Trindade Palácio que é irmão do policial morto na lotérica.

