No Boletim mais recente, a Secretaria Municipal de Saúde noticiou que já são 58 o número de codoenses sob suspeita de novo Coronavírus.
Já houve dia em que aumentou mais de 20 casos, como na terça-feira (28/04).
O blogdoacelio, por meio do repórter Amaral Júnior, ouvimos o secretário Suelson Sales sobre qual tem sido o critério para que tais suspeitos passem pelo teste-rápido, uma vez que o município comprou 200 unidades e a população acha que os resultados deveriam sair de forma mais rápida,
“Nós temos que fazer o teste numa pessoa sintomática, uma pessoa que se apresenta com sintomas, após 7 dias, 7 a 10 dias, a partir do primeiro dia de sintoma, porque se nós fizermos numa janela menor a possibilidade dele dar um falso negativo é muito grande, então pra se ter um resultado com maior qualidade, maior eficiência precisa a pessoa nos informar se ela já tem um processo de sintomas há mais de 7 dias, é muito mais eficiente o teste, porque mostra que a pessoa tem anticorpos, portanto tem o vírus da COVID-19”, explicou.
O avanço dos casos acelerou e com apenas 8 leitos de isolamento no Hospital Geral Municipal preparados para casos graves, contando com apenas 4 respiradores pulmonares e nenhuma UTI, o secretário voltou a apelar para a colaboração dos codoenses que deixaram de descumprir o isolamento.
“A melhor medida continua sendo a mais simples, é muito simples você usar máscar e sair de casa somente para as coisas mais importantes e necessárias (…) evite aglomeração, este tipo de atitude, prevê, diminui o impacto do Coronavírus no nosso município, isso vai evitar de que muitas pessoas ao mesmo tempo procure o sistema único de saúde e aí, certamente, nós teremos o caos, porque em nenhum lugar do Brasil ou mesmo no mundo tivemos países avançados que não puderam conter a demanda do COVID-19”, disse


Kd o dinheiro que veio nagibe o
Que você fez???? A sogra você levou para Teresina e as pessoas do município???
HÁ ANOS OUÇO FALAR EM IMPLANTAÇÃO DE UTI EM CODÓ.
OS EX- PREFEITOS SABEM INFORMAR O QUE ACONTECEU ?
É triste ver uma cidade que tem mais de 100.000 habitantes e não ter um leito de UTI