
A expectativa pela chegada da Regularização Fundiária Urbana (REURB) ao povoado KM 17 reflete uma demanda antiga dos moradores do segundo maior distrito rural de Codó.
A promessa, que envolve lideranças políticas locais e a gestão municipal, busca levar ao povoado o mesmo processo de titulação de imóveis já iniciado em bairros como Santo Antônio, São Francisco e São Sebastião, dentre outros, na área urbana.
Do “recibo” à propriedade de fato
Para a maioria das famílias da zona rural, a posse do imóvel ainda é comprovada apenas por recibos de compra e venda simples ou documentos particulares. A implantação do programa visa substituir esses comprovantes provisórios pelo registro definitivo em cartório.
“O pensamento do povo do KM 17 é claro: a pessoa tem um recibo, mas quer ser dona de fato e de direito daquilo que é seu. A comunidade cobra porque quer a segurança de ter a sua escritura na mão”, relatou ao repórter Bernardo Junior (TVBJ) o subprefeito, Horácio Maciel, sobre o sentimento dos moradores que procuram a subprefeitura.
Cobrança política e ampliação dos atendimentos
Segundo relatos dos próprios moradores e representantes do distrito, o diálogo com o Legislativo e o Executivo municipal tem sido constante.
Diante das cobranças direcionadas aos parlamentares e ao gestor municipal, a orientação repassada à comunidade é de que o cronograma de regularização avançará por etapas até contemplar o distrito.
Com a realização das reuniões de apresentação e o trabalho de mapeamento do REURB na região, a expectativa é que o cadastramento das famílias avance, garantindo segurança jurídica e valorização imobiliária para as residências do KM 17.
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