VIOLÊNCIA – Caso de agressão à agente comunitária de saúde continua sem solução da Polícia

De acordo com a irmã Hellen Alves Fernandes, a agente comunitária de saúde Joyce Clair Alves Fernandes, de 30 anos, sofre de depressão e  em tempos de crise, como agora, perde, completamente, a noção do perigo de suas ações.

 “É uma pessoas que fica numa situação muito vulnerável, ela não tem consciência dos atos que ela faz”, disse

Ela estava na calçada  de casa, próximo à panificadora Alfa, na praça da Bandeira,  quando um homem, ainda não identificado,  a viu, fez o retorno e a convidou para subir na moto. Ela aceitou.

Era 7h23 da noite. O homem levou  a agente comunitária de saúde direto para o matagal próximo ao riacho São José. No local iniciou uma série de agressões físicas porque queria, a todo custo, estupra-la. A mulher foi salva por um dono de sítio  da região que passava na hora e ouviu os gritos dela. O suspeito fugiu quando viu o socorro se aproximar, mas deixou a vítima muito machucada.

 “Ele agrediu muito ela, ela tem escoriações por toda parte do corpo, as costas está toda mordida, ele agrediu muito ela, ela ficou com o rosto desfigurado, inclusive a boca foi toda ponteada por dentro, o coro cabeludo tá ferido e o que ele fez com ela, assim, não se faz com ninguém”, contou a irmã

Já em casa se recuperando  a vítima diz não saber o nome de seu agressor, como ele estava de capacete quando a pegou e fugiu antes de ser visto por quem prestou socorro, o caso continua sem solução. Hellen Fernandes cobrou a elucidação do caso.

 “Não se faz aquilo com ninguém, ele é um maníaco, não pode permanecer solto porque ele é uma ameaça pra sociedade (…) eu espero, acredito e confio que a Polícia há de desvenda e colocar esse criminoso atrás das grades porque é o que ele merece, nada justifica o que ele fez para com a minha irmã”, disse

A polícia Civil ainda não se manifestou sobre o caso.

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