NOTA SINTSERM-CODÓ em repúdio a portaria n° 002/2020-GAB/SEMECTI que dispõe sobre o início do ano letivo/2020.
- CONSIDERANDO que só em 2017 cerca de 70 professores efetivos se aposentaram;
- CONSIDERANDO que em 2019 em torno de 50 professores efetivos pediram exoneração por conta do acúmulo de cargos;
- CONSIDERANDO que dezenas de escolas foram fechadas em 2018 devido a nucleação;
- CONSIDERANDO que o último concurso realizado pela prefeitura ocorreu em 2014;
- CONSIDERANDO que o último reajuste dos professores contratados ocorreu em 2017, fazendo com que a Lei do piso não seja respeitada aos mesmos nos últimos dois anos;
- CONSIDERANDO que ultimamente os professores contratados só recebem seus vencimentos durante dez meses do ano, além de não receberem 13° salários nem um terço das férias;
- CONSIDERANDO que o salário do professor efetivo equivale em média a três vezes o salário de um professor contratado;
- CONSIDERANDO que culturalmente a administração paga o terço de férias aos professores efetivos de forma equivocada encima de trinta dias e não dos quarenta e cinco dias que são nossas férias, ocasião em que já existe uma ação judicializada pelo sindicato;
Por fim, considerando que de acordo com o PCCS e estatuto do magistério em seu Art. 88 – O recesso escolar no mês de julho nunca será inferior a quinze dias úteis e deverá estar previsto no calendário escolar do respectivo ano letivo.
Portanto companheiros(as) não podemos abrir mão jamais dos nossos direitos conseguidos à duras penas em detrimento da falta de planejamento de um governo que não respeita os direitos dos trabalhadores e da comunidade escolar em geral.
Estão querendo com isto passar pra câmara decidir algo já recusado pela categoria através de seu órgão representativo.
Isso sim é uma afronta ao professor.
Estaremos vigilantes senhores(as) vereadores (as).
A diretoria
Em: 14/02/2020.
One Response
Este governo está maltratando a população codoense. Atrasa o início das aulas, não contrata professores nem zeladoras e diminui o salário dos vigias das escolas, só para economizar e desviar dinheiro público.