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quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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GRUPO DA FILA volta a denunciar gestão do médico ZÉ Francisco por descaso contra crianças atendidas no CEC

GRUPO DA FILA, formado por mais de 90 mães ou responsáveis por crianças com necessidade tratamento especializado oferecido no CEC – Centro de Especialidades Clínicas – continuam sofrendo horrores na luta pela saúde de seus filhos e filhas.

Esta semana voltaram a denunciar regra que exclui do tratamento aquela criança que faltar a uma sessão (não importando a justificativa). Estão sem o profissional de terapia ocupacional e sem vagas para fono, psicóloga, psicopedagoga e fisioterapeuta. Veja a denúncia abaixo:

“Quem é mãe/responsável de crianças que necessitam destas terapias sabe que lutamos por um atendimento digno, a questão central é a falta de profissionais para atender a demanda atual, e a gestão procura meio de criar vagas tirando quem está na vez.

Porém, o tratamento dessas crianças deve ser contínuo, sem interrupções.

Atualmente não dispomos de Terapeuta Ocupacional, tão importante para nossas crianças, as vagas para fono, psicóloga, psicopedagoga e fisioterapeuta se esgotaram e ainda tem mães na fila (muitas por assim dizer, e isto causa uma regressão na criança e só prejudica o diagnóstico/vida).

Foi realizada uma audiência pública para tratar destes casos e até o momento a gestão Municipal nada fez, já nos direcionamos a Câmara dos vereadores e nada aconteceu… Só pedimos dignidade aos nossos pequenos e humanidade na gestão da cidade”

HISTÓRICO DA LUTA

No dia 08 de abril de 2022, no auditório da escola Estevam Ângelo de Sousa,  o Grupo da Fila formado por 96 mães de crianças com necessidade de tratamentos especializado (autistas, Síndrome de Down, Esquizofrenia, Atrofia Cerebral e muitas outras doenças) participaram de uma audiência pública com o promotor de Justiça Dr. Carlos Augusto Soares onde cobraram:

1 –  TIRAR DO CEC – CENTRO DE ESPECIALIDADES CLÍNICAS – atendimentos e só deixar os relacionados à crianças e adolescentes com problemas de  saúde mental;

2 – Ampliar o número de profissionais de psicopedagogia, psicologia, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga;

3 – Contratar um neuropediatra (existe um neuro que não é pediatra atendendo);

4 – TRANSPORTE PARA QUEM FAZ TRATAMENTO EM SÃO LUÍS;

5 – TFD QUE PAGA, ERRONEAMENTE, REEMBOLSO E NÃO A AJUDA DE CUSTO;

6 – MELHORIAS DO CEC PARA 2023;

7 – As mães também cobraram acompanhamento psicológico para elas;

REVEJA A REPORTAGEM COMPLETA COM VÍDEOS E A PALAVRA DO PROMOTOR

 

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

2 comentários

  1. Não, não é descaso.
    O prefeito já autorizou a fazer uma nova logística de atendimento, de maneira que solucione eventuais falhas.
    O amor de mãe fala mais alto, e esse governo faz coro com elas.

  2. Falta de respeito sim. Mês passado fui procurar atendimento para meu filho. Fonoaudiólogo e mandaram eu ir no dia 31/05 . Fui na data chegando lá, disseram que não estavam marcando porque não tem profissionais, e as salas de atendimento estão em reforma. E aí? Como fica as crianças que precisam ? Por que antes de reformar não pensam em “logística “ para fazer esses atendimentos em outro espaço.

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