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João Luís Andrade
João Luís Andrade

Dona Alzenira Evagelista nunca colocou um cigarro na boca e até passa mal quando se torna uma fumante passiva  – aquela pessoa que é obrigada a tragar a fumaça de alguém que insiste em fumar perto dela.

 “ME PREJUDICA, eu tosso , espirro, me dá uma alergia, se chegarem perto…ENTÃO A SENHORA NUNCA FUMOU? Nunca fumei”, destacou a lavradora

A realidade de dona Maria Luiza de Sousa é outra.

Dos 47 anos já vividos por ela, 20 foram na companhia do cigarro. Disse que lhe traz tranquilidade em momentos de ansiedade, de nervosismo. Já tentou, mas nunca conseguiu abandonar o vício de vez.

 “Já passei até de mês…POR QUE É TÃO DIFÍCIL? É porque a gente fica com aquela coisa, aquela vontade…E NÃO CONSEGUE CONTROLAR? Não consegue controlar….DURANTE O DIA QUANTO CIGARROS A SENHORA FUMA? Rapaz eu fumo uns 10 ou mais”, respondeu a feirante

 UM GRANDE DESAFIO

Quem vive com este tipo de vício, sabe que deixa-lo é um desafio gigantesco. O cozinheiro João Luís de Andrade o conheceu  aos 12 anos de idade, o pai ameaçou de fazê-lo engolir um cigarro, o levou à um médico e até hoje a luta continua.

“Até que ele viu e fez que eu engolisse um cigarro,  só assim aquele medo, só que não chegou essa posição, mas não parei, fiquei três meses sem fumar, fui no médico, o médico passou remédio, tomei, tornei continuar novamente de novo, mas até hoje as vezes eu passo semana, duas sem fumar e continuo ao mesmo tempo”, disse lamentando

CASOS DE SUCESSO

Mas há muitos casos de sucesso. Seu Francisco de Sousa, aposentado, aproveitou para largar assim que iniciou, deu certo.

 “Eu tava aprendendo, não sabia tragar aí eu digo – eu vou largar, aí entreguei a fazenda e sai…DE LÁ PRA CÁ, NUNCA MAIS? Eu vendo cigarro, o povo compra senta aí e eu tiro minha cara de banda pra não sentir a catinga”, alertou

Apesar das dificuldades  experiências assim  mostram  que é possível deixar o cigarro e o maior incentivo pode vir, as vezes, de uma consciência firme, como a de seu José Ribamar Nunes da Silva.

“O conselho que eu dou é que deixe, porque não leva a lugar nenhum, só vai causar problema pra saúde, só causa isso e ele tirar do bolso e não ter retorno, prejudicar a saúde”, aconselhou

Um comentário sobre “A guerra dos codoenses contra o vício do cigarro”

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