Hora do reboque

É preciso o Ministério Público,  promotoria da Saúde,  cujo responsável é Dr. Carlos Augusto Soares,  investigar esta situação no SAMU de Codó.

Ambulâncias estão dando prego com maior frequência e viajando com pacientes, profissionais e acompanhantes sem as condições necessárias.

No fim de semana, uma teve que ser rebocada. Um vídeo que chegou à redação do jornalista  Acélio Trindade mostra a cena lamentável do reboque forçado.

As denúncias são  de que existem  Alambulâncias obrigadadas a seguir viagem com vazamento de óleo e o motorista precisa levar óleo em galão para ir completando a medida que vai baixando no motor.

Também tem informações de que estão desmontando uma das Ambulâncias para que as peças sejam usadas nas duas que ainda rodam.

“De sexta-feira pra sábado. A ambulância do SAMU pregou em Santa Rita, quando levava um paciente em estado grave pra São Luís.

Das 3 ambulâncias Sprinter que tinha lá, estão desmanchando uma para colocar peças nas outras duas.

Das 3 Sprinter que tem o SAMU, estão desmanchando uma para colocar as peças nascituras duas.

Estão colocando em riscos a vida de todos os profissionais, pacientes e acompanhantes, em viagens noturnas, onde os profissionais mesmo contra suas vontades, são obrigados a viajarem,

pois geralmente os parentes dos pacientes ligam para vereadores ou qualquer outros, que eles tenham acesso, e acaba chegando no prefeito que manda viajarem, mesmo sem a mínima condição.

Os motoristas relatam que não tem com viajar, pois as ambulâncias estão vazando óleo, mas o que é responsável pelas mesma, diz que pode viajar sim, basta levar um galão de óleo” diz a denúncia

One Response

  1. Ambulâncias, como qualquer veículo motorizado, são suscetíveis a falhas mecânicas e até humanas.
    E esse papo de galão de óleo é fale news.

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