Antonio Joaquim entra com ação de despejo e Zito insiste em manter contrato com Mamãe Neyde

Antonio Joaquim

O embate entre o ex-prefeito e deputado federal, Dr. Antonio Joaquim Araújo, e a Prefeitura, representada pelo procurador-geral, Ricardo Torres, e o próprio prefeito Zito Rolim, sobre o contrato da Maternidade Mamãe Neyde continua.

Na segunda-feira, 6, os três estiveram reunidos pela segunda vez tentando chegar à um consenso. Pelo que informou ao blogdoacelio Dr. Antonio, a maternidade entrou com uma ação de despejo na Justiça, seguindo o entendimento do ex-deputado federal que anunciou na imprensa que não desejava renovar o contrato que tinha como prazo final a data de 31 de dezembro de 2011.

“Nós entramos com uma ação de despejo em dezembro e eles foram notificados no final de janeiro, e eles teem feito contato conosco explicando que eles precisam da renovação do contrato pra atender a população e eu disse – nós não queremos o hospital não é pra fechar, deixar de atender a população não, o hospital é pra ficar atendendo a população do nosso jeito, sem deixar as crianças morrerem, essa coisa toda”, disse Antonio Joaquim

PRAZO ELÁSTICO

Prefeito Zito

A conversa do governo tem sido a mesma, segundo Dr. Antonio. Eles querem um prazo de 4 meses ou mais, para se readequarem.

“Eu notifiquei você em outubro, 90 dias antes de terminar o contrato, de que nós não tínhamos interesse na renovação – Não porque nós precisamos de pelo menos mais 4 meses, vem pra lá, vem pra cá e papo, e história pra que eles (Ricardo Torres e Zito) possam se adequar a nova realidade”, revelou

NADA DE POLÍTICA

Reafirmando que não deseja prosseguir com o contrato e aguardando o resultado da ação de despejo, Dr. Antonio Joaquim assegurou ao blogdoacelio que neste caso não existe nada de acerto político pelo meio, toda e qualquer decisão final que venha a ser tomada está apenas no campo profissional com base, exclusiva, na necessidade da população codoense.

Com Zito não há mais nenhuma conversa política.

“E nós já fizemos duas rodadas de conversação e estamos vendo o que é melhor para a população. Não existe entendimento político, é só entendimento de interesse coletivo, da população”, assegurou

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