Audiência com secretário para iniciar aulas ainda em fevereiro terminou ‘em nada’

A audiência pública encerrada por volta das 13h de hoje, 19, na Câmara, envolvendo vereadores, professores e o secretário de Educação Paulo Buzar terminou em nada, uma vez que o principal objetivo não foi alcançado que era início das aulas municipais ainda em fevereiro.

O secretário de Educação disse que a razão maior do atraso é falta de recursos. Que fez planejamento para iniciar a partir de três datas 11 e 18 de fevereiro ou a de 11 de março, a escolhida pelos seguintes motivos:

 “O melhor cenário sem ter que interromper ano letivo, sem ter que interromper alimentação escolar ou sem ter que interromper o transporte escolar é com o calendário de 11 de março, pra se chegar a esta conclusão, claro,  é necessário planejamento (…) A minha receita de 2019 ela ainda é inferior a minha receita estimada de 2016, então como é que o município experimenta perda de receita e ganhos nas despesas ele vai dar conta disso, não é mágica tem que apertar o cinto”, afirmou

Os professores saíram insatisfeitos e ninguém concordou com o argumento da falta de recurso para cobrir os gastos do ano inteiro se as aulas começassem em fevereiro como em anos anteriores. O presidente do SINTSERM, Marcos Antonio da Silva, justificou sua posição.

“Esses dois meses, os contratados da Educação tipo zeladores, parte dos vigias e os professores contatados estão sem receber seus vencimentos então nós não compreendemos essa justificativa de falta de recurso, por essa parte nós entendemos que o objetivo aqui do encontro ele não foi alcançado na sua totalidade”

Entre os vereadores que intermediaram o debate, divisão de opinião. Pela situação Valdeck Frota se disse satisfeito.

“Não adianta que nós comecemos as aulas agora se o secretário está nos informando que a receita caiu, que o dinheiro do transporte não veio, o dinheiro da merenda não veio, então, assim, mais tarde o próprio sindicato que cobra vai querer trazer uma nova discussão dizendo que as aulas começaram mas a merenda não tem, mas o transporte não tem”

Já Rodrigo Figueiredo mostrou-se decepcionado mais uma vez.

 “Codó é uma das cidades que mais recebem recursos também para a Educação, mas um governo que não tem planejamento, que não tem organização não pode estar à altura do nosso povo de Codó que vem sofrendo bastante”, disse

3 comentários sobre “Audiência com secretário para iniciar aulas ainda em fevereiro terminou ‘em nada’”

  1. Não venha imputar erro dos outros, nas costas de quem não os cometeu! O vereador Rodrigo não pode em hipótese alguma ser responsabilizado pelos erros cometidos pelo seu avô, pai ou quem quer que seja. Ela está lutando pelos anseios da população codoense, infelizmente o atual governo está mostrando falta de organização e de sintonia, pois onde já se viu o secretário de agricultura, intervir na pasta da educação? Fazendo acusações infundadas e poucos dias depois sendo desmentido pelo secretário de educação? Isso mostra a desorganização do governo e fora outras coisas.

  2. Quer dizer que mesmo com fechamento de várias escolas, mesmo Codó sendo a 5 maior cidade, não veio dinheiro?
    Única cidade do Maranhão que não começou as aulas! Me compre um bode!

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