Uma caminhada, dia 15 de outubro, marcou o início da campanha NATAL SEM FOME deste ano. Desde então, Pestalozzi, Grupo Ágata e Rotary Club tiveram bastante ajuda, segundo adiantou Eliel Lima.
“Nós tivemos a participação das escolas do município, também escolas do Estado, escolas particulares, tivemos a adesão do grupo Vida (…) tivemos este ano a adesão da Polícia Militar (…) e hoje concluímos com este jogo beneficente que está sendo realizado no estádio de Codó”, disse o presidente da Pestalozzi.
O jogo beneficente, no René Bayma, realizado esta semana, foi o último ato de arrecadação e levou ao estádio jogadores como o ex-seleção brasileira Jackson. Na portaria os torcedores colaboraram com mais alimentos.
“Comparecer, ver o jogo e ajudar quem precisa’, sustentou Francisco Cavalcante, autônomo, que doou alimentos na portaria.
No dia da entrega, 23 de dezembro, no Tiro de Guerra, bastava apresentar a ficha para confirmação de comparecimento e receber a cesta de alimentos.
A CRISE E AS DOAÇÕES
Para 2016, havia uma meta de se atingir 1.200 cestas-básicas como estas. A organização entende que a crise que assola o país acabou afetando as doações. De 1.200 as cestas caíram este ano para 850.
“O codoense é um povo solidário, que gosta de ajudar mas, infelizmente, a situação não permite as pessoas fazerem mais do que podem”, afirmou Edmilton Martins do grupo Ágata.
Ainda assim, entre os organizadores foi dia de agradecer.
“Em primeiro lugar agradecido às pessoas dos bairros, na arrecadação aos domingos, porta a porta e os comerciantes que também se dispuseram a participar com a entrega de cestas já prontas”, ressaltou Aldo José da Silva Santos, presidente do Rotary
RECONHECIMENTO
Quem recebeu sabe reconhecer a importância do que foi doado.
“Ajuda porque quando chega isso aqui a gente vai comer uma, faz um almoço, faz a janta, um feijãozinho pra gente comer também não é muito ruim…NATAL GARANTIDO? Ah!, mas é bom”, disse sorrindo a aposentada Maria Alves
E também reconheceu quão importante foi ir às ruas de Codó pela 13ª vez pedir para ajudar à quem precisa, como fez a lavradora Algenir Sousa.
“São muito corajosos porque nem todo mundo tem essa coragem de sair, encarar sol quente, passar fome, pra ajudar os outros, nem todo mundo tem essa coragem…A SENHORA GOSTA DA ATITUDE DELES? Gosto e apoio”
4 Responses
Inusitado!!!
Porque não se faz durante os 12 meses do ano?
Será que estas famílias se alimentam apenas no Natal e final do ano.
A nível de políticas públicas, infelizmente nossa Codó passou por terremotos administrativos nos últimos 14 anos.
Gestores Incompetentes e inexistentes ações sociais o que é fato público e notório.
Graças a Deus Codó se livra dos NÚMEROS DE SAPATOS: C-10 e R-10 da 1 de Maio e dos R-10, A-10, Z W-30 e J Jabuti-15 da Ferreira Bayma.
Colocações muito sensatas.
Queria apenas entender mais sobre os tais “números de sapatos” aonde se vincula números a letras.
Afinal o que é isso na Primeiro de Maio e na Pça Ferreira Bayma?
Só descobri o W30. Queria saber o resto.