Vereadores se mobilizam para discutir o problema das serestas nesta terça-feira

Carrim Construções (PSDB) conseguiu fazer com que os seus pares se mobilizassem em torno do problema das serestas realizadas no meio da rua  levantado por ele e por Gracinaldo Ferreira (PSL) na Câmara.

Ontem, após provocar até a Comissão de Constituição e Justiça, presidida por Pastor Max, na FCTV e no programa Cidade Notícias, apresentado pelo jornalista Alberto Barros (FCFM), Carrim voltou a criticar a situação na Tribuna da Casa usando como ‘gancho’ as duas mortes ocorridas na madrugada de domingo no Codó Novo.

Por conta disso, Pedro Belo sugeriu que os parlamentares se organizassem criando, por exemplo, uma pauta diante do assunto para, só então, buscar parcerias para solucionar o problema.

“Como poderia acontecer, se é para proibir tudo, se baixava uma lei proibindo essas serestas, se tem dias marcados, horário marcado para acabar, comprometimento na parte de segurança. Nós aqui mesmo deveríamos sentar, traçar uma meta e aí discutir com os parceiros que seriam mais importantes”, sugeriu Belo

O PRESIDENTE PEDIU

Ao usar a palavra, o presidente Chiquinho do Saae fez uma sugestão coerente. Pediu aos vereadores que, antes de decidir sobre o caso das serestas, ouçam todas as partes envolvidas para que ninguém saia prejudicado.

Como exemplo dos que devem ser ouvidos, na sua opinião, Chiquinho citou os promotores dessas serestas e os músicos.

“Nós temos que ouvir todos os lados, temos que ouvir os que promovem seresta, temos que ouvir os músicos, nós temos que ouvir toda a sociedade e encontrar um caminho (…) Acho que nós temos que encontrar uma forma para que a população, para que o músico, para que a sociedade possa encontrar um caminho para que não venha prejudicar um lado e favorecer á outro”, disse

Na reunião das comissões marcada para a manhã desta terça-feira, às 10h da manhã, o assunto voltará a ser discutido.

6 comentários sobre “Vereadores se mobilizam para discutir o problema das serestas nesta terça-feira”

  1. SE EU FOSSE UM VEREADOR TOMAVA ESSA DECISÃO AO PUBLICO EM REDE DE TV E RÁDIO SEM PRECISAR DE REUNIÃO, A POPULAÇÃO JÁ CLAMA POR ISSO A MUITO TEMPO, SERESTA NO MEIO DA RUA É UM PROBLEMA DE TRANSTORNO, SONORO, SAÚDE ALEM DISSO, SERESTA EM MEIO DE RUA É FEITA MAIS NAS PERIFERIAS, E ISSO INFLUENCIA OS JOVENS MAIS VULNERÁVEIS À BEBEDEIRA, PENSE NISSO.

  2. derepente vc entra em uma rua e a vê, cheia de cadeiras esparramadas, sem aviso prévio,sem sinalisaçao,ai ja esta ferindo meus direitos de ir e vir,um espaço publico, usado para lucros proprios,fora a fedentina que fica pós.

  3. Esse assunto é sério e deve ser trado ccom o mais absoluto respeito…pois jovéns estão morrendo ,interrompendo suas vidas por falta de seguranças nessa Serestas…
    Deve sim ter horario pra começar e pra terminar,as vidas estão sendo perdidas por ev entos em nossa Codó por falta de cuidados ao realizar eventos sem medidas cabivés…

  4. OI eu sou codoense estou de férias na cidade e estou muito triste com a situação da cidade.Após (17anos) volto e encontro uma cidade abandonada pela gestão “NOSSA GENTE” gente esta que atende pelo sobrenome (R,C.. ANTONIOS E TANTOS OUTROS).Contra tudo isso eu estou muito envergonhados Sr:Acélio Trindade a sua pessoa parece -me muito sensato não deixe esta cidade nas mãos de pessoas incompetentes e sem preparo para representar este municipio em lugar algum eu ti agradeço muito.
    OBRIGADO

  5. Estou com o presidente Chiquinho do SAAE, o assunto realmente precisa ser tratado com ponderação, tem muita gente seria que realiza esse serestas em Codó e nunca se viu uma bagunça em seus eventos. O que precisamos é limitar o nº de licenças expedidas por noite e identificar a idoneidade de quem vai promover cada evento, conhecer o aparato de segurança e o tipo de musica que vai ser tocada naquele local. O vereador Carrim construção esta levando isso para o lado pessoal e poderá dar um tiro no pé prejudicando produtores de evento, músicos e os amantes das boas serestas, espero que os demais vereadores não embarquem nessa e trate o caso sem corporativismo.

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