CLANDESTINIDADE: Homem que vendia até combustível de avião é preso na zona rural de Codó

Foi a Polícia Militar, guarnição do KM 17, quem prendeu Luís Gonzaga Aragão de Sousa, de 54 anos,  em um povoado de Codó, após a Fábrica de Cimento, mais conhecido como Hotel de Tábua (ou de talo) às margens da BR-316, onde estavam todo o combustível apreendido.

Segundo Luís Gonzaga, que foi ouvido por nossa reportagem, estão no pátio da delegacia regional de Codó cerca de 1.300 litros de combustível.

Combustível que a polícia conseguiu apreender

Algo em torno de 180 litros são de querosene, combustível usando em avião, o restante é de óleo diesel. Ele nos disse que comprava sobras de caminheiros que passam pela BR-316, transportadores deste tipo de combustível, desde junho do ano passado e que revendia, para qualquer interessado, por R$ 2,40 o litro.

O local foi inspecionado pelo delegado Rômulo Vasconcelos que constatou a irregularidade da revenda  onde ainda ficaram cerca de 200 litros numa espécie de  tanque a céu aberto.

Comercializar combustível em desacordo com as normas legais é crime contra a ordem econômica desde 1991 no Brasil. Uma vez provado, a pessoa pode ser condenada à até 5 anos de detenção.

 “A gente tá analisando essas informações com os policiais, vamos conversar com os policiais e ele tava recebendo essa carga, esse combustível, ele não tinha autorização pra vender esse combustível lá no local, foi encontrado também uma arma longa, uma por fora, ele vai responder pelo posse ilegal de arma de fogo e vamos tentar a vítima para também autuá-lo por receptação”, disse o delegado

A PM também conduziu um caminheiro de Peritoró que alegou que sua carga estava lacrada, que parou apenas para comer no local onde estava quando a polícia chegou. História que foi confirmada por Luís Gonzaga Aragão de Sousa na frente do delegado.

Rômulo Vasconcelos, diante destes fatos,  ficou de ouvir os dois PM’s que afirmaram no Boletim de Ocorrência terem presenciado o caminhoneiro passando um galão de combustível à Luís Gonzaga.

Ficou de analisar o caso e decidir se vai indiciar ou não o motorista do caminhão e em  que tipo de crime.

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