Um caso comovente e de extrema urgência repercutiu na manhã desta quarta-feira 8, no programa Bom Dia Mirante.
Um maranhense natural aqui de Codó, identificado como Marcos Antônio Ribeiro da Silva, de 42 anos, faleceu após ser vítima de um atropelamento no Distrito Federal.
Sem que nenhum familiar aparecesse para liberar o corpo no prazo legal, ele acabou sendo sepultado como indigente em um cemitério público da capital federal.
O acidente aconteceu recentemente, o condutor do veículo envolvido, de acordo com o repórter Rafael Cardoso que noticiou onfaro direto de Brasília, chegou a prestar socorro à vítima, acionando o Corpo de Bombeiros.
Marcos Antônio foi ainda com vida ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia 16 de junho.
Sepultado como indigente
Após a confirmação do óbito, a Polícia Civil do Distrito Federal divulgou o caso e aguardou a manifestação de parentes.
No entanto, a legislação do DF estipula o prazo máximo de apenas 15 dias para que um corpo seja identificado e retirado por familiares no Instituto de Medicina Legal (IML).
Como o período expirou sem buscas, o procedimento padrão de sepultamento público foi realizado.
Marcos Antônio Ribeiro da Silva era filho de Marineide Ribeiro da Silva.
Até o momento, as autoridades policiais não divulgaram imagens da vítima para ajudar no reconhecimento visual, restando apenas as informações documentais sobre sua origem em Codó.
Próximos passos para a família
Apesar de o sepultamento já ter ocorrido, os familiares de Marcos Antônio ainda podem reaver o corpo.
Para isso, é necessário que parentes entrem com uma ação junto ao IML de Brasília para localizar o ponto exato do sepultamento, solicitar a exumação e realizar o devido teste de DNA para a comprovação do vínculo familiar.
O caso do atropelamento segue sob investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal para apurar as circunstâncias do acidente.
Quem tiver informações sobre os familiares de Marcos Antônio Ribeiro da Silva em Codó deve orientá-los a buscar assistência jurídica ou entrar em contato com os órgãos de segurança de Brasília.