Foi realizado, em São Luís, no último fim de semana, o I ENCONTRO MARANHENSE DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS que contou com a participação de autoridades, no assunto, como o presidente da Rede Maranhense de Políticas Públicas sobre Drogas, Erisson Lindoso, que, em entrevista ao correspondente do blogdoacelio na capital, Jair Ribeiro, descartou a participação de políticos com interesses outros que não sejam ajudar a causa antidrogas.
“Nós precisamos não é simplesmente de vontade política, mas de uma vontade política desprovida de interesses politiqueiro partidiário pra eleição do ano que vem, pras eleições que virão. Se for assim a gente não quer não, fique lá no seu lugarzinho e aqui que venham pessoas que, realmente, estejam interessadas e, com certeza, vai sair, representantes para o legislativo, para o governo do ESTADO que, realmente, vão estar abraçando técnicos, abraçando os especialistas, as comunidades terapêuticas, abraçando aqueles que, realmente, estão interessados em fortalecer esta causa no Estado”
Uma comitiva codoense também esteve no evento. Além do radialista Jair Ribeiro, marcaram presença a empresária Léa (da Léa Jóias) e as conselheiras municipais de Políticas sobre Drogas, Francisca Silva e Francileide Silva,que ressaltou a importância dos minicursos oferecidos no evento.
“Esses minicursos que foram oferecidos são de suma importância para tá capacitando cada um pra compreender melhor o que é essa situação, o que é essa problemática,que é esse uso abusivo de álcool de outras drogas”, frisou Francileide
A reportagem também ouviu um dos juízes mais comprometidos com esta causa dentro do Estado do Maranhão, trata-se do magistrado Jorge Leite, atualmente atuando na cidade de Bacabal.
Dr. Jorge Leite, ministrou uma minipalestra sobre ‘A Justiça Restaurativa ligada ao usuário dentro da Lei nº 11.343’ e falou da experiência, exitosa, de cuidar para que toda a sociedade ajude na recuperação de usuários de drogas em vez de apenas penaliza-lo conforme a lei.
“Ele é levado ao juizado, algumas experiências hoje já mostram, em vez da Justiça aplicar a retributiva, aplicar a justiça restaurativa, ou seja, para que a própria sociedade, os entes familiares, a comunidade participe desse processo de recuperação dessa pessoa que se envolveu com drogas, então experiência exitosa, que a gente tá tendo essa experiência, tá tendo esse momento de vivência”, explicou
Vários temos foram debatidos e I Encontro foi considerado um sucesso.