O governo de Zé Francisco concentrou todas as suas ações rurais no Polo Bacabinha, grande produtor de Melancia, Manidoca e Milho ( que é para onde secretário e prefeito têm levado inclusive visitantes ilustres para mostrar que tem feito um trabalho exemplar), mas, na verdade, todo o resto do município está largado às traças.
É o que denunciam os lavradores que sobrevivem da agricultura familiar e dependem do trator da prefeitura para arar a terra.
Num áudio, de cortar o coração (de quem tem, é claro), a agricultora Chaguinha denuncia, com provas incontestáveis, o quanto o governo de Zé Francisco gosta de maltratar quem dele necessita.
Ele afirma, fazendo um apelo triste, que ano que vem vai haver fome e não somente entre os lavradores, mas também atingindo a mesa de quem vive na cidade que recebe esta produção de alguma forma.
O problema é que até agora Zé Francisco e Antonio Zaidan, o secretário, segundo a denunciante ficam dando desculpas para não mandar o trator ‘cortar’ a terra, fazer o arado. Como quem tem trator particular cobra R$ 250 por hora, muitos não terão como arar este ano.
E quem está fazendo, como é o caso de Centro do Expedito, como mostra este vídeo enviado à redação do blogdoacelio pelo jornalista Max Márcio, da FCTV, está tendo que diminuir a área por causa dos custos. VEJA O VÍDEO.
Sobre este problema, diz Chaguinha no áudio.
“O agricultor que tem as terras pra cortar ele tinha o trator que é nosso, que é da prefeitura, pra poder cortar suas terras ele botava só o óleo e comprava seus outros insumos e agora não pode fazer isso. Codó vai ter fome ano que vem porque ao invés do agricultor familiar, do período chuvoso,aumentar sua produção ele vai é diminuir. Então fica aí o alerta, alguém tem que ser responsabilizado por conta disso, que seja a gestão que seja quem for, mas que os agricultores que plantam no período de chuva que é pra colher no ano seguinte, eles vão passar fome, estamos sofrendo, estamos pedindo socorro há tempos pra Secretaria, pro gestor e eles não tão nem aí pra nós”, disse
Para mostrar que está fazendo denúncia séria citou diversos povoados que até agora não tiveram 1 centímetros sequer de terra arada este ano.
“Posso te sugerir algumas localidades que nunca foram cortadas a Barra do Saco bem aqui nunca foi cortada, a Flexeira que o pessoal lá tava até planejando fazer um quebra-quebra na prefeitura nunca foi cortada, lá eles tão se juntando pra pagar R$ 250 (hora) o corte de terra, lá no Quebra Coco que são quase 30 hectares nunca foi cortado um centímetro de terra e, assim, são várias”
“Nós temos Centro do Expedito, Matões dos Moreiras, tem um monte de comunidades aí que nunca foi assistida esse ano com um centímetro de corte de terra. Tem bem aqui a Santa Rita do Moisés que também nunca foi cortado”, concluiu Chaguinha.
Estamos aguardando posicionamento de Antonio Zaidan e Zé Francisco a respeito.
9 Responses
E olha que o Dr sem dó prometeu o trator e o óleo nas campanhas,o omi mentiroso
Obvio que não existe nenhum município no Brasil onde a prefeitura consegue atender 100% de todas as demandas em todas as áreas. Não é logo na agricultura que vai conseguir, ainda mais num município grande com expressivo número de agricultores carentes da ajuda oficial.
Governo nenhum “gosta de maltratar quem dele necessita”, como você, maldosame como sempre, escreveu acima. Uma lavradora reclama, e você generaliza logo na manchete, entregando de cara a sua posição de opositor político, o que reduz a confiança do leitor.
Até porque não há recursos e máquinas em número suficientes, nenhum município brasileiro consegue atender cem por cento da demanda dos agricultores que precisam de ajuda oficial. Mas a oposição quer que apenas em Codó o impossível seja possível porque sabe que não é.
Embora Codó seja a cidade de Deus, nenhum governo anterior fez esse milagre de atender a todos os agricultores numa única safra.
Em suma, a oposição tenta se aproveitar dessa impossibilidade normal para fazer politicagem ao rés do chão, o nível em que atua. Tendo os chefes que tem, o nível da oposição atuar não poderia ser outro a não ser subterrâneo.
O povo sabe que o governo Zé Francisco disponibilizou todas as máquinas e implentos para a próxima safra, não havendo risco algum de desabastecimento.
A desproporção entre o considerável número de agricultores e quantidade de máquinas agrícolas disponíveis é obviamente o que às vezes causa reclamação.
No governo Zé Francisco todas as máquinas e implementos agrícolas em condições de operar estão trabalhando. E isso é o que vale.
kkkkkkkkk esse ai gosta.
Como tem babão pra defender o indefensável!
Américo, quem, obtuso como você, não tem argumento, resta agredir. Continue assim, babáca.
Acélio,
O Governo do Maranhão entregou um trator para Codó, no dia 10/12, porém não houve divulgação no município.
https://diariocodoense.blogspot.com/2021/12/governo-entrega-patrulha-agricola-para.html
Teria como averiguar a informação?
Dizem que já tem gente “de olho” no trator…
Vou nem falar ,de quem n
sabe q uma agricultura mi polpe , não sabe o preço de a 1 hora de trator .
Nós da Agricultura Familiar é q fazemos o trabalho de formiguinhas ,e temos q plantar mais e mais de tudo um pouco,e esses tratores foram pagos com recursos de nossos impostos, temos o direito de uza-los e hoje quase todas associações e assentamentos tem campos mecanizadas,afim de melhorar a produtividade e diminuir as queimadas .é direitos nosso e dever dos gestores independente de quem seja.
Sra. Chaguinha, parabéns pelo discernimento.
O Governo entregou o trator para o AGRICULTOR, não para Presidente de Associação ou Político influente.
E cuidado, já tem gente “de olho” no trator que foi entregue dia 10/12 para Codó.