Comandante afirma que PM poderá ocupar quartel novo ainda este ano

A construção do Quartel do 17º Batalhão da Polícia Militar, em Codó, sempre foi problemática desde o início em 26 de novembro do ano passado. Era para ter sido entregue em maio de 2014, mas a TV Mirante mostrou que, mesmo após o prazo de 180 dias, a obra nunca havia sequer saído do alicerce.

Só a mais ou menos 40 dias a população começou a notar avanços dentro da área, na Av. Santos Dumont.

A empresa que protagonizou os atrasos iniciais continua no ambiente de construção, agora está responsável apenas pela pavimentação e urbanização de toda  área externa do prédio que, por sinal, encontra-se parada atualmente.

Para erguer a estrutura física metálica que  o cidadão ver ao passar pela avenida foi contratada uma outra empresa, a QUICK RAUSE, do Rio Grande do Sul, esta sim está em atividade e já anuncia novo prazo de entrega.

ESTRUTURA/OCUPAÇÃO

A estrutura física já erguida  comporta salas de comando, recursos humanos, fiscalização administrativa, instrução e operação. Também tem auditório, refeitório e sala de informática.

A empresa (Quik Rause/do RS) promete entregar a parte que lhe compete no contrato até o dia 25 de dezembro, porque já está em fase de acabamento.

O comandante da PM na região, Tenente-coronel Jairo Xavier, afirmou que tão logo seja entregue a parte estrutural do quartel, ele será ocupado.

 “Tão logo ele esteja em condições de ocupação, ou seja, que a gente receba o habite-se, ele tem energia, ele tem água, ele tá em condições favoráveis, logicamente, nós vamos fazer a ocupação e também após receber a mobília, que ele vem todo mobiliado, desde a parte de ar-condicionado, a mobília de alojamento, escritório, material de cozinha, material de informática, ou seja, toda estrutura necessária nós vamos fazer uma ocupação, se Deus quiser com uma inauguração á altura de Codó”, disse

 ATÉ MAIO

A empresa MGP – Construção e Incorporações Ltda. – com sede na rua Teixeira de Sousa, 29, Cohab Anil III, São Luís, não tinha encarregado na área, no momento, para falar conosco, mas informou ao comandante da PM, noutra ocasião, que concluirá sua parte (pavimentação e urbanização) até maio de 2015.

Os trabalhadores da MGP reclamaram-nos de 5 meses de atraso no pagamento regular. Apesar de parados debaixo de um pé de manga, ninguém quis gravar entrevista.

Neste período a MGP fez, segundo 11 trabalhadores,  apenas pagamentos dos chamados ‘vales’ (menos da metade do que deveriam receber, outros mais que isso 60% à 70%).

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