O deputado estadual Adriano Sarney (PV) condenou, na tribuna da Assembleia nesta segunda-feira (23), a tentativa do governo Flávio Dino (PCdoB) de desqualificar a denúncia de utilização das forças policiais no interior para espionar opositores políticos.

Adriano Sarney

Segundo o parlamentar, está claro que houve uma ordem superior na hierarquia da Polícia Militar, que está subordinada diretamente ao governador do Estado, que é o comandante-chefe das forças de Segurança Pública.

“Por várias vezes nos últimos três anos subi a esta tribuna para denunciar as perseguições deste governo comunista. Uma delas foi o ocorrido em Mirinzal, quando o ex-prefeito, então candidato, foi preso no dia da eleição. Eu trouxe esse caso para a Assembleia. Discutimos isso em reunião e ficou claro que se tratava de uma prisão ilegal e imoral, de viés político eleitoral”, destacou Adriano.

Segundo o parlamentar, a base governista tenta defender as ações deste governo, mas falta argumentos para justificar tantas irregularidades.

“Não adianta atacar a imprensa livre ou o grupo político adversário. Não adianta tentar botar a culpa em subordinados. A culpa disso tudo que está acontecendo é do governador, que é o chefe maior da Segurança Pública”, ressaltou o deputado.

6 Responses

  1. todo o povo maranhense já está ciente que os da famigerada famíli a Sarney apelarão para tudo que é de safadesa para voltar o nosso estado. é impressionante como ninguem, mas ninguem mesmo desta família tem um outros tipo de serviço. nunca trabalharam é só em cima da política para tirar o máximo que puder. veja só a assembleia que tem um cara como este rapazinho aí e a filhota de um dos maiores do maranhão ( ricardo murad ) não pode prestar.

  2. o pai deste rapaz nunca trabalhou na vida. vive sempre mamando nas tetas do governos. o nosso dinheiro.
    este aí com certeza vai seguir o mesmo caminho

  3. Pronto! Esse é o modus operandi…

    Após “mastigarem” o tanto que puderam o caso Mariano, a bola da vez é a tal “espionagem” contra adversários do governador Flávio Dino. Embora já tenha sido explicado que o documento absurdo não teve autorização da cúpula da Segurança Pública, conseguiram emplacar a “pauta” no Fantástico.

    1. grande flaubert modus operandi. tá falando dificil em lulista, se ainda houvesse latim nas escolas o apontaria como professor. o problema e que pelo que ouço falar o amigo não e muito chegado
      Nos vultus parumper officium

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