Em constraste com Vila Hildemberg estrutura do Tsunami tem luz de sobra

Quem conhece a realidade da Vila Hildemberg, no bairro São Francisco, aqui já mostrada em completa escuridão por falta de iluminação pública de suas ruas, não pode deixar de espantar-se com a claridade preparada exclusivamente para o ponto de venda de abadá do super bloco Tsunami de Alegria.

Dá pra achar agulha, alfinete (num palheiro)
Dá pra achar agulha, alfinete (num palheiro)

Primeiro por ocupar a principal praça de nossa cidade – a Ferreira Bayma – e segundo por gozar de, nada menos, de 2 refletores (um apontado para a estrutura e outro para a Estação Ferroviária).

Idoso de 70 anos enfia linha na agulha, brincando e sem óculos.

A fotografia que fiz foi feita ontem, 18, noite de domingo, sem qualquer movimento, até porque choveu bastante.

Dois refletores só para ele
Dois refletores só para ele

Mesmo sem público, porque ainda não foi inaugurado, os dois refletores estavam ligados, bem ligados para que a construção chamasse ainda mais a atenção.

Se esta conta vai ser paga pelo bloco, tudo bem. Retiro-me.

Retiro-me, mas não deixo de cobrar à Secretaria de Serviços Públicos que leve aos menos uma ‘lampadazinhas fuleira’ lá pro pessoal da Vila Hildemberg, já que por lá nunca uma rua daquela terá o direito de gozar de dois refletores como o meu Tsunami que tanta alegria já deu aos nossos carnavalescos.

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