
Na manhã de ontem, dia 19, uma comissão formada pelos vereadores de Codó visitaram as instalações do HGM, que passa por um grande número de reformas e ampliações. Na área de nutrição do hospital, um dos vereadores de oposição encontrou um pacote de milho com o prazo mínimo de validade ultrapassado. Antes de pedir explicações à profissional responsável pelo setor, o fato foi comunicado pelo vereador a um blog local, sem que fosse dado o direito de esclarecimento do Hospital.
Em nota oficial enviada a empresa a nutricionista responsável pelo setor de alimentos do HGM, Drª Nágila Maiane, comunicou que o alimento (milho para mingau da marca Maratá), com data de validade 28/02/13, encontrava-se ainda na dispensa do setor de nutrição do HGM por motivos de procedimento de descarte apropriado ao gênero.
A nutricionista explicou que, apesar de já ter atingindo a data de validade mínima estipulada pelo fabricante, assim como qualquer outro produto do mesmo gênero, (milho seco processado em grãos crus inteiros, para preparo de mingau), o produto precisava permanecer armazenado para o descarte adequado, segundo a COHUR (Coordenadoria de Operacionalização de Hospitais e Unidades de Referência).
De acordo com a profissional, o produto já havia sido tirado do cardápio há dois meses e aguardava o prazo de trinta dias para o descarte padrão, enterrado e não exposto ao ambiente. “Segundo o fabricante, esse pacote, mesmo com o prazo mínimo vencido, ainda teria um prazo de um mês para ser consumido. O que não foi o caso. O alimento não fazia mais parte do cardápio a aguardava ser descartado adequadamente, segundo as normas estabelecidas pelo COHUR. Eu só lamento que, com tanta coisa boa acontecendo no HGM, como a ampliação e reforma de vários setores, inclusive do refeitório, o parlamentar foi tentar procurar alguma coisa para desabonar o nosso trabalho. Tantas obras realizadas aqui pelo governo Zito Rolim passaram despercebidas para se dar atenção a um produto que já estava fora do consumo de nossos pacientes. Tanto é que, além da rotatividade do serviço de refeições ser alto (300 refeições dia) nunca tivemos um caso de intoxicação por alimento”, esclareceu a nutricionista.
A direção enviou comunicado a toda a imprensa e lamentou a informação de forma irresponsável do blog, que poderia ter causado transtorno e receio da população, além de colocar a prova a competência dos profissionais.
Raphael Fernandes – Assessoria de Comunicação Prefeitura Municipal de Codó
13 Responses
Gostei…
“Eu só lamento que, com tanta coisa boa acontecendo no HGM, como a ampliação e reforma de vários setores, inclusive do refeitório, o parlamentar foi tentar procurar alguma coisa para desabonar o nosso trabalho.”
Parabéns pelas “coisas” boas, mas nem por isso devemos deixar de verificar possíveis irregularidades, as cobranças são uma forma de crescermos.
Tremendo do papo furado. Ele ia era virar mingau mesmo.Eita saúde de primeiro mundo! Logo para enfermos!!
tudo de bom pra vcs só que hoje o HGM é visto por que tem algo que esta encomodando muito gente importante na cidade.Mas há uma grande diferença hojé ok, temos muito amostrar para nossa população, trabalho trabalho diariamente.
Há muitoas parlamentares como você que nao tem pespectiva politica.Cuidado com as dores.
Eu tambem acredito em estória de carochinhas
kkkkkkk não colou viu, povinho….. desocupado!!!
eu tbm acho que o fuba ia vira mingau mesmo.kkkkkkkk.
que demora para enterrar um pacote de fubá, este ainda n adispensa, marmelada.
Essa crise na nutrição de hospitais municipais não é de hoje, a dois anos atrás as mulheres que pariram lá no mamãe no mês de julho não tiveram nem mingau vencido, trouxeram pras coitadas que já estavam a 24 horas sem comer por conta do parto, um copo de leite na hora do almoço, e disseram que o médico havia passado uma dieta líquida. Essa é a saúde 43.
Que nada!!!!!!!!!!! Eles iam fazer mingau para dar para os doentes simmmmmmmm!!!!!!!!!!
Deixa de ser sem assunto Pedro Belo.
Muito triste… Será que a Vigilância Sanitária não vai se pronunciar a respeito? Vão querer mesmo que a população acredite que é normal um produto fora da validade ficar na despensa de uma cozinha de hospital? Que nutricionista é esta que quer justificar tamanha irregularidade?