Francisca Figueiredo sugere que vereadores trabalhem sem salários

Pau quebrando na Câmara

Dona de 744 votos na última eleição para vereador, Francisca Figueiredo, é um nome que vem para concorrer ano vem. Em tudo, ela se diz diferente.

“Eu já sou diferente, por que eu sou diferente porque eu não aceito as atitudes que eles fazem, eu sou diferente porque eu procuro todo dia ajudar o meu próximo”, disse em entrevista à Edmilson Filho

Sendo a primeira entrevistada do espaço aberto pela TV Palmeira do Norte para pré-candidatos, ela reafirmou sua pretensão de ocupar uma cadeira na Câmara e teceu duras críticas aos edis, seguindo uma tendência que já fora, inclusive, motivo de reação no parlamento na última segunda-feira, 31.

TOCANDO FOGO

Francisca Figueiredo

Francisca Figueiredo chegou a afirmar que não era nem mais para existirem os 11 vereadores que representam o povo atualmente no legislativo municipal.

“A população até não considera mais que aqui em Codó tem 11 vereadores, certo, então eles querem mudança. Por que o que adianta ter 11 vereadores se eles não teem compromisso com a população nem um segundo, porque o que aconteceu naquele parlamento, certo, quando houve vereadores que se agrediram eu acho o seguinte que não deveria mais nem existir esse 11 vereadores, só uma seta – existiu. Os suplentes teriam assumido e talvez não estaríamos nessa situação”, frisou

SALÁRIO IGUAL AO DA VARREDEIRA

A pré-candidata também criticou o salário dos vereadores. Primeiro disse que ele deveria equiparado ao de uma varredeira de rua.

“Eles tocaram muito em salário, certo. Na minha concepção um vereador, ele devia ganhar era 1 salário mínimo, aí a gente ia ver realmente quem é o vereador que queria trabalhar pela população. Você ver o seguinte, R$ 7.000,00 para um vereador, uma varredeira de rua ganha quanto? 1 salário mínimo. Fora as sessões que teem, fora outras coisas que chegam a nível de escândalo, essas diárias, Belém do Pará”, disse

SALÁRIO ZERADO

Depois foi além, disse que o vereador, para mostrar que tem, realmente, deveria trabalhar sem qualquer remuneração. Salário zero.

“Então eu acho o seguinte, que um vereador, se realmente ele quer trabalhar pela população, ele iria até de graça, seria até o certo, seria isso e aí acabaria com isso que está acontecendo, toda esta confusão”, concluiu

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